União Portuguesa fez 101ª Assembleia-Geral

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 Decorreu na terça-feira dia 12 de Fevereiro, na sede da União Cultural, Recreativa e Desportiva Portuguesa, no nº4 da Eastwood Street em Turffontein, sul de Joanesburgo, a assembleia-geral da colectividade. Esta que foi a 101ª a ser realizada.

 Devido aos cortes de electricidade, a reunião decorreu na mesma, desta feita com recurso a um gerador.

 O início da reunião foi às 19h10, por não haver quórum de associados com as quotas em dia, a reunião decorreu com o número de membros presentes meia-hora depois da hora estabelecida.

 O presidente da assembleia-geral, o comendador José Valentim, deu as boas-vindas a todos os presentes e procedeu à leitura da convocatória da reunião, publicada no semanário “O Século de Joanesburgo”. O segundo ponto da agenda de trabalhos foi a leitura da lista de presenças. Logo em seguida foi lida a acta da assembleia geral do ano anterior. Todos concordaram estar correcta e reflectir os eventos ali decorridos no ano passado.

 O presidente da União Portuguesa, Victor Garrana, leu o seu relatório de presidente referente ao ano de 2018/2019.

 Uma vez o terceiro ponto da agenda feito, procedeu-se à apresentação do relatório de contas, feito por Joaquim Guimarães, que agradeceu a Marinda Garrana pela continuada ajuda na elaboração de balancetes e contas relativas à colectividade. Este relatório de contas, referente ao ano fiscal de 2018.

 De salientar que a União no ano de 2018 teve um total de 763 mil randes de receitas, o que depois de um total de despesas de 903 737 randes, a União tem, com donativos num valor de 175 mil, apresentou um saldo positivo de 27 mil randes. Foram levantadas algumas questões relativas às despesas municipais, que de 2017 baixaram de 201 mil randes para cerca de 77 mil. A questão foi levantada da razão de tão avolumada baixa. Foi explicado que os contabilistas, com as receitas do arrendamento do restaurante, colocaram na facturação das despesas municipais e não descriminaram todas as alíneas de despesas. Vários associados afirmaram que não se deve fazer isso e que deveria estar explicado e descriminado. 

 O parecer fiscal da União, feito por Carlos Pacheco e José Ricardo Duarte, foi ali lido. Neste parecer, o olhar para o Futuro é optimista, apesar das crescentes dificuldades que a colectividade enfrenta na conjuntura do país e dos desafios financeiros.

 Foram propostas para aprovação as contas dispostas no relatório apresentado, estas foram aprovadas com maioria dos votos a favor. O presidente da assembleia-geral, o comendador José Valentim informou que aquela não era uma assembleia-geral de eleições, mas que deverá haver antes do final do ano corrente, caso a auditoria aprove contas, será feita uma eleição de novos corpos gerentes.

 Sob o tema de assuntos gerais, foram levantadas e debatidas algumas questões às quais a Direcção da colectividade respondeu. A assembleia-geral foi encerrada pelas 20h45.