Transportadora Aérea de Angola vai voar para Londres ou Paris em 2014

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Transportadora Aérea de Angola vai voar para Londres ou Paris em 2014

A TAAG vai voar para Londres ou Paris a partir do segundo semestre de 2014, disse o administrador da companhia aérea angolana, que viu o tráfego subir 15% em 2012 para 1,1 milhões de passageiros.

 “A partir de Junho ou Julho do próximo ano vamos voar para Londres ou Paris, ainda não temos a certeza, mas um dos dois será de certeza absoluta”, disse Rui Carreira.

 A abertura de uma nova rota para juntar a Lisboa e Porto prende-se com a compra de um novo Boeing 777-300 em Maio do próximo ano, e serve de teste à expansão da actividade da companhia aérea de bandeira angolana, segundo o administrador.

 “Só temos cinco aeronaves de longo curso, e achamos que não há mercado suficien-te para abrir novas rotas, mas em Maio vamos receber um Boeing 777-300 e em Junho ou Julho vamos abrir uma rota para Londres ou Paris, não sabemos ainda qual, mas um deles será de certeza absoluta”, referiu.

 A nova rota beneficia da autorização para voar em todo o espaço europeu de que a TAAG dispõe: “A proibição de voar aplica-se apenas a duas aeronaves que temos, e que nos colocam na ‘lista negra’ de Bruxelas, mas nós nunca iríamos usar essas duas aeronaves em voos internacionais, primeiro porque são muito pequenas e depois porque não é economicamente rentável”, acrescentou Rui Carreira.

 O administrador lamentou que de cada vez que é divulgada por Bruxelas a actualização da lista de companhias ou proibidas ou autorizadas com restrições a voar para o espaço europeu tenha de explicar por que razão a TAAG aparece nessa lista.

 “Temos dois 737-200 na frota que já não correspondem aos mínimos ambientais, não só em emissões de CO2, como a nível de ruído excessivo, mas como temos estas duas aeronaves na frota, impende sobre nós essa restrição. Quando deixarmos de utilizar estes dois aviões para voos domésticos, é levantada a restrição, porque em todos os outros aspectos cumprimos totalmente as determinações da União Europeia”, garantiu o administrador da TAAG.