Sporting de Braga empata no Funchal e segura o terceiro lugar na Primeira Liga

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Sporting de Braga

Sporting de BragaO futebol vive de incertezas. O Sp. Braga foi melhor durante a primeira parte, mas não marcou. Ao intervalo, o Nacional acordou e quando jogava mais e esteve perto de marcar, sofreu um golo.

 Depois, os minhotos até poderiam ter feito o 2-0 e acabaram por ceder já em tempo de descontos.
 O acreditar deu pontos aos alvinegros que continuam na corrida pela Liga Europa, enquanto os “guerreiros” quebraram uma série de cinco vitórias consecuivas e perde-ram a oportunidade de chegar ao 600º triunfo na I Liga.
 Os primeiros 45 minutos não deixaram saudades aos cerca de 2000 espectadores que se deslocaram à Choupana.
 Nacional e Braga não produziram um bom espectáculo.

 Ivo Vieira apostou em Mihelic, como surpresa no onze, enquanto no lado oposto Do-mingos Paciência também deixou Alan no banco de suplentes e apostou em Mossoró para a equipa inicial. 
 Só aos 22 minutos, após um livre apontado com muita força por Hugo Viana, é que se viveu algum momento de emoção, com Claudemir a salvar o remate do médio mi-nhoto sobre a linha de baliza.

 Os madeirenses foram bastante tímidos, não pressionando e não conseguindo sair a jogar, numa primeira parte muito fraca, o que até já não é novidade nos alvinegros.
 Foram sempre os bracarenses que estiveram mais perto da baliza de Bracalli, com o brasileiro a brilhar aos 41 mi-nutos após um remate de Sílvio, que o guarda-redes desviou para canto. Dois minutos depois, é Bruno Amaro quem salva sobre a linha de golo, após um remate de cruzado de Mossoró.
 Ao intervalo, Domingos Paciência retirou o apagado Ukra e lançou Alan. Apenas uma troca de nomes em termos de estratégia.

  Alan esteve perto de marcar quando cabeceou bem aos 52 minutos, mas Nuno Pinto emendou uma falha de Bracalli e salvou uma boa ocasião para os bracarenses.
 O técnico dos minhotos voltou a mexer, fazendo sair Lima e lançando Meyong, en-quanto o Nacional respondeu com a saída de Mihelic e a entrada de Anselmo.

 No minuto 62, após canto apontado por Bruno Amaro, Felipe Lopes surgiu sozinho elevando-se bem mas o cabeceamento saiu ao lado.
 Foi o primeiro sinal de perigo para os homens de Ivo Vieira.
 E este lance acordou os locais que aos 63 minutos estiveram perto de marcar, com Mateus a ver o seu remate a ser desviado por Paulão com Artur batido.

 A entrada de Anselmo espevitou os alvinegros que foram crescendo perante um Braga que começou a sentir dificuldades.
 Dando consistência à sua subida de produção, os madeirenses uma vez mais esti-veram, perto de marcar aos 68 minutos, com Mateus a rematar forte para uma grande defesa de Artur ainda que incompleta. Anselmo ainda fez a recarga e golo, mas prontamente invalidado por fora de jogo deste atacante.

 Mas o futebol por vezes tem alguma injustiça. No melhor momento dos madeirenses, o Braga chegou ao golo. Após um bom cruzamento de Miguel Garcia, Hélder Barbosa surgiu a cabecear bem e bateu Bracalli com a bola ainda a bater na barra da baliza al-vinegra.
 Os homens da Choupana tentaram reagir mas foi notório que acusaram o golo. Diego Barcellos tentou a sua sorte de longe aos 82 minutos mas Artur estava atento e segurou bem.

 Seria Hélder Barbosa a criar uma excelente situação num trabalho individual, cruzando bem para Alan aos 86 minutos rematar com muito perigo ao lado. E no lance seguinte, Hugo Viana também rematou forte com a bola a passar muito perto da baliza nacionalista.
 Mas a turma da Madeira acreditou e já em tempo de descontos, Luís Alberto apro-veitou bem um cruzamento de Claudemir e de cabeça bateu Artur.
 Foi resposta a igualdade e com alguma justiça pelo que fez na segunda parte a formação nacionalista.