Senador republicano Patrick Toomey vai co-presidir a “Amigos de Portugal no Senado”

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Senador republicano Patrick Toomey vai co-presidir a

Senador republicano Patrick Toomey vai co-presidir a O senador republicano Patrick Toomey vai co-presidir ao grupo de “Amigos de Portugal no Senado”, juntamente com o também democrata Jack Reed, anunciou a associação PALCUS.

 “Filho de mãe açoriana e crescido numa família da classe operária, o senador Toomey cresceu na cidade de grande presença portuguesa de East Providence (Rhode Island)”, refere a associação em nota divulgada.
 Formado na Universidade de Harvard em ciência política, Toomey foi eleito para o pri-meiro mandato pela Pensilvânia nas eleições interca-lares de 2010, e já tinha sido congressista entre 1999 e 2005.

 “Sempre que um assunto de importância urgente surgir, quer os Amigos de Portugal no Senado, quer o congénere Caucus [Fação] Luso-Ameri-cana na Câmara dos Repre-sentantes, co-presidida por Jim Costa e Dennis Cardoza, estarão lá para lidar com ele”, refere a Palcus, presidida por Fernando Rosa. o a participar “num esforço bipartidário para representar luso-americanos de todo o
 Reed recebeu a confirmação de Toomey, depois de o ter convidad espectro político”.
 A associação apela à comunidade para pressionar outros senadores a juntarem-se ao grupo.

 Identificou como “alvos” aqueles cujos estados têm grande número de portugueses, caso da Califórnia (senadoras democratas Dianne Feinstein e Barbara Boxer), Massachussetts (democrata John Kerry e republicano Scott Brown), Rhode Island (democrata Sheldon Whitehouse, além de Jack Reed) e New Jersey (democratas Frank Lautenberg e Bob Menendez).
 O Caucus registou recentemente mais quatro adesões, elevando o número total de congressistas para 20, segundo as associações que estão a promover a sua constitui-ção, PALCUS e NOPA.
 Trabalhando em paralelo, ambas têm visões distintas, estando a NOPA a tentar que congressistas e senadores participem apenas no Caucus, que foi registado oficialmente pelo Congresso norte-americano.

 “Esperamos que estes senadores se juntem ao Caucus oficial no Congresso, em vez de um grupo não-oficial que não está registado (…) Não ajuda que a Palcus esteja a incentivar os membros para algo que não é oficial”, disse Jason Moreira, da NOPA.
 A associação entrou em contacto com os gabinetes de Toomey e Reed, para tentar que se juntem também ao Caucus.
 Após oito anos de “informalidade”, o Caucus foi formalmente reconhecido pelo Con-gresso em Fevereiro.

 Segundo disse recentemente Jim Costa, o Caucus pretende abrir-se a outras comunidades lusófonas nos Estados Unidos, como a brasileira, angolana e moçambicana.
 O objectivo deste género de “Caucus Lusófono” seria intervir em Washington em assuntos de interesse comum aos diferentes representantes e organizações das comunidades dos oito países lusófonos nos Estados Unidos, como a língua.