Seleccionador Carlos Queiroz reafirmou total confiança nos convocados

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Carlos Queiroz

Carlos QueirozO selecionador português de futebol, Carlos Queiroz, disse ontem domingo que tem “confiança absoluta” nos 24 jogadores convocados para o estágio de preparação para o Mundial2010, garantindo que todos têm as mesmas possibilidades. “Se fizer sentido dizer isso, tinha posto isso (haver jogadores com vantagem) como critério.

 A decisão que tomei foi com base na altura da chegada ao estágio, que houve jogadores que estiveram a competir até dia 16. O Simão era o jogador com mais minutos no campeonato espanhol. Tenho absoluta confiança em todos eles”, afiançou.
 O selecionador português disse contar “com os 24 até 1 de Junho”, dia em que terá de dispensar um, garantindo que “todos os jogadores vão ter as mesmas oportunidades”.

 “O modelo ‘4-3-3’ tem sido a estrutura base da seleção. O facto de termos jogadores a jogar em ‘4-4-2’ nos seus clubes, permite-nos alterar o modelo. Mas o que é importante em termos estratégicos é ter uma equipa que seja capaz de atacar e defender como unidade. Temos jogadores nesta equipa para ganhar os jogos, mas temos de ter uma equipa para esses fazerem a diferença”, alertou.
 Pela primeira vez desde o início do estágio, os 24 jogadores convocados estiveram no relvado, com destaque para a presença de Pepe, que tem cumprido trabalho específico de recuperação de uma lesão no joelho direito.

 “Ele já está integrado desde o princípio, mas por razões logísticas não tem sido possível treinar junto. Quando for possível vamos integrá-lo com os restantes jogadores, mas, às vezes, poderá ter de treinar noutro campo”, disse.
 De acordo com Queiroz, “é bom ter os 24 jogadores”, embora a preocupação seja “integrar todos os jogadores”, para que “na próxima semana toda a equipa esteja no mesmo balanço” para “pôr o pé a fundo”.

 O treino de hoje teve cerca de 4000 pessoas nas bancadas, mas, depois de apoiarem os jogadores durante o apronto, os espectadores acabaram por assobiar a equipa, por o treino se ter limitado a um jogo de “futvoléi”.
 “Eu não tenho essa opinião. Fui o último a sair e, na generalidade, não foi isso que ouvi, que senti. O carinho que as pessoas têm posto à nossa volta tem sido evidente. Não é fácil contentar a freguesia.”