Portugueses agredidos na Alemanha

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Portugueses agredidos na Alemanha

O Governo português já pediu a fiscalização das empresas pa-ra as quais trabalhavam os sete portugueses agredidos na Ale-manha, adiantou à Lusa o porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros, Miguel Guedes.

  Sete emigrantes portugueses que trabalhavam na construção civil na Alemanha foram espancados e esfaqueados em Adlershof, no sudoeste de Berlim, em condições ainda por determinar. Segundo o embaixador português em Berlim, Luís Almeida Sampaio, os sete portugueses tinham contratos com duas empresas de construção civil de Barcelos: a Magnopolis, que permanece incontactável, e a ConstruGomes, que negou à Lusa ter trabalhadores envolvidos no incidente.

  À semelhança do que já tinha dito à Lusa a Embaixada de Portugal em Berlim, o Ministério dos Negócios Estrangeiros confirma que “o repatriamento dos trabalhadores foi feito pelas empresas para as quais trabalham”.

  Segundo o embaixador em Berlim, os sete agredidos faziam parte de um grupo de 18 portugueses que chegara 48 horas antes a Berlim para trabalhar na construção de um novo centro comercial no centro da cidade.