Portugal vence em Israel e dá passo decisivo para “play-off” do Europeu Sub-21

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Portugal vence em Israel e dá passo decisivo para

Portugal deu um passo praticamente decisivo rumo ao “play-off” de apuramento para o Euro2015 de futebol Sub-21, com um triunfo por 4-3 na visita a Israel, o seu principal adversário no Grupo 8.

 Depois de, em casa, vencer por 3-0 o rival que partilhava a liderança com nove pontos com Portugal com menos um jogo, os pupilos de Rui Jorge impuseram-se novamente e agora têm o pleno de 12 pontos, mais três do que o adversário, que tem um jogo a mais e perdeu ambas as partidas no confronto directo.

 Ivan Cavaleiro (16) e Ricardo Pereira (59) anularam as vantagens conseguidas por Dabbur (9) e Seba (55), com Bernardo Silva (64) a dar a primeira liderança lusa que André Gomes (86) confirmou, após novo empate, por Twatha  aos (74).

 Mesmo sem os indiscutíveis Bruma e William Carvalho, promovidos aos AA para o decisivo “playoff” frente à Suécia, para o Mundial2014, Portugal provou ser a melhor equipa e justificou o triunfo, que apenas poderia ter falhado por alguma displicência.

 Ainda numa fase morna de estudo mútuo, Israel adiantou-se no marcador: Twatha (9) lançou Kinda na área, com a bola a sobrar para Dabbur que atirou para o fundo das redes (1-0).

 O golo espevitou Israel e Vahaba (12) quase ampliava, mas o seu cabeceamento saiu rente à trave.

 Portugal empatou na sequência de passe vistoso de Luís Gustavo (16) que Ivan Ca-va-leiro, fugindo aos centrais, aproveitou bem para bater o guarda-redes (1-1).

 A igualdade voltou a acalmar o jogo que até ao intervalo que pouco interesse teve.

 O aparente conforto de Portugal com o resultado custou-lhe novo golo: após perda de bola lusa, Seba atirou ao poste, mas acabou mesmo por marcar, após cruzamento de Altman e um ressalto na área.

 A resposta foi novamente rápida, com Bernardo Silva (59) a furar entre três adversários e assistir Ricardo Pereira, que, à entrada da área, atirou certeiro.

 Portugal mostrava um futebol com outro perfume técnico e, numa fase que dominava com algum à vontade, adiantou-se pela primeira vez, com Rafa a cruzar na direita para a ca-be-ça de Bernardo Silva, na zona dos centrais.

 O jogo corria de feição à equipa de Rui Jorge, mas Dasa cruzou largo para as costas da defesa onde surgiu Twatha a restabelecer a igualdade (3-3).

 José Sá (79) ainda negou o golo a Dabbur num “cara a cara” e aos 86 Portugal foi feliz quando Ivan Cavaleiro serviu André Gomes, cujo remate desviou num defesa e entrou na baliza para o decisivo 3-4.