Portugal no caminho da poupança

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Portugal no caminho da poupança

Portugal no caminho da poupançaO ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares sublinhou a necessidade de reduzir a despesa do Estado e de seguir o “caminho da poupança”, num comentário à diminuição do PIB português.

 O Produto Interno Bruto (PIB) português diminuiu 0,9 por cento em volume no segundo trimestre, face a igual período de 2010, e teve uma variação nula em relação aos primeiros três meses do ano, divulgou o INE.
 À margem de uma visita à Loja do Cidadão das Laranjeiras, em Lisboa, o governante referiu a necessidade de nos “próximos meses e anos reduzir a despesa do Estado”, salientando que “é esse o caminho que o Governo seguiu”.

 A par dessa diminuição, continuou, terão de ser criadas condições para que as empresas tenham acesso ao crédito, possam gerar riqueza e emprego. “É pelo lado do crescimento da economia, é esse caminho que está a ser seguido”, garantiu.
 Outro caminho a seguir, defendeu Miguel Relvas, é o da poupança: “É uma exigência não só para Portugal como para todos os paises da União Europeia. Temos de poupar mais”.

 O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares aproveitou a ocasião para deixar a certeza de que as dificuldades do país serão ultrapassadas.
 De acordo com a estimativa rápida do INE, desde o segundo trimestre de 2010 que a economia portuguesa tem vindo a abrandar o seu crescimento. Há precisamente um ano, o PIB tinha crescido 1,4 por cento.
 
Yunit ensina empresas a poupar e aumentar as vendas em momento de crise
          
 A Yunit, empresa especializada em soluções chave-na-mão para PME, criou um ser-viço que ensina as empresas a poupar até 35 por cento dos seus custos gerais e a aumentar as vendas no actual contexto de crise.
 “Criámos este serviço em função do contexto económico português e fazemos uma análise às contas não ‘core’, aos gastos gerais em que tipicamente as empresas estão menos focadas, como custos com telecomunicações, energia, seguros, automóveis e economato”, disse à Lusa o administrador delegado da Yunit, Ricardo Gonçalves Pe-reira.

 O responsável sublinha que as Pequenas e Médias Empresas conseguem poupar entre 25 e 35 por cento nos custos gerais e diz que “a grande vantagem do serviço é não ter custos de arranque”, sendo apenas cobrada uma percentagem sobre as poupanças do primeiro ano.
 Depois de feito o levantamento das áreas onde a empresa pode poupar e das soluções mais adequadas e baratas no mercado, são necessários no máximo dois meses para a apresentação do relatório e negociação das melhores propostas.

Especializada em áreas de negócio como o comércio electrónico, gestão de campanhas de incentivos e de fidelização e soluções tecnológicas nas áreas de suporte às compras, a Yunit tem também projectos nas energias renováveis para ajudar tanto particulares como empresas a reduzir a factura energética, cada vez mais significativa.

“Fazemos um levantamento das necessidades energéticas da pessoa ou da empresa e apresentamos propostas para as várias áreas de intervenção. O investimento paga-se em sete anos e a partir daí as poupanças virão”, disse Ricardo Gonçalves Pereira, adiantando que a Caixa Geral de Depósitos (CGD) e o Montepio já têm linhas de crédito para estes investimentos, estando previstas a curto prazo parcerias com outras instituições de crédito.