Petrolíferas chinesas continuam “famintas” de petróleo angolano

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PetroliferasAs petrolíferas chinesas continuam “famintas” de petróleo angolano, competindo mesmo entre elas, mas Pequim prepara- se para diminuir a dependência do “ouro negro” de Angola, segundo um relatório divulgado pela Chatham House.

A China tem estado a modernizar as suas refinarias para reduzir as necessidades de petróleo-em-rama `doce´ de África (…) É de esperar que se torne menos dependente nos próximos anos”, refere o relatório do centro de estudos estratégicos britânico.

O relatório “Sede de Petróleo Africano – Petrolíferas Nacionais Asiáticas na Nigéria e Angola” foi divulgado, coincidindo com a visita a Luanda da secretária de Estado norteamericana Hillary Clinton, e é assinado pelos investigadores Alex Vines, Lillian Wong, Markus Weimer e Indira Campos. De acordo com a Chatham House, a Sinopec “continua faminta por novas aquisições em Angola”, estando pré-qualificada para a próximo leilão de blocos petrolíferos (adiado devido à conjuntura depressiva do mercado), através da SIG e da SSI, um parceria com a estatal angolana Sonangol.

A recente aquisição pela Sinopec e CNOOC à norteamericana Marathon Oil de uma participação de 20 por cento no Bloco 32 em Angola, negócio que contou com o interesse paralelo da também chinesa CNPC, de onstra uma nova tendência de disputa entre as petrolíferas de Pequim, defende. “Pela primeira vez, as petrolíferas chinesas estão a concorrer abertamente entre elas por concessões angolanas”, refere o relatório.