Paulo Bento além de excelente treinador é também um verdadeiro guerrilheiro

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José Eduardo Bettencourt

José Eduardo BettencourtPara o líder dos leões “queremos ter as melhores relações com o Benfica e com o Futebol Clube do Porto, mas posso garantir que o Sporting não irá prestar vassalagem a quem quer que seja”.

Algo indiferente a um passivo que, diz-se, ronda os 360 milhões de euros, mostrando-se firmemente disposto a enfrentar as mil e uma dificuldades que, naturalmente se lhe irão deparar, José Eduardo Bettencourt, o 36º presidente da Direcção do Sporting Clube de Portugal, disse, logo no dia da apresentação da sua lista, que antes de mais, seria preciso acabar com quaisquer choradinhos, enaltecendo a imagem do clube, um dos históricos do desporto português, ao mesmo tempo que apelava à união da família leonina.

Palavras que poderão ter sido decisivas para a eleição do homem determinado que é José Eduardo Bettencourt, que acaba de trocar o tão aliciante cargo de membro da Comissão Executiva de uma importante entidade bancária pela presidência dos leões.

Na altura, garantiu-se que ganharia 800 mil euros/ano como gestor bancário, afirmando- se, que em Alvalade, irá receber precisamente o mesmo, já que surge, no Sporting Clube de Portugal, como o primeiro presidente a tempo inteiro, sinal evidente que os tempos são o tros, naturalmente bem diferentes daqueles, onde durante treze anos, João Rocha, ocupou a cadeira número um do executivo leonino, cotando-se como homem que mais anos comandou os destinos do grande clube português, em contraste com Valadão Chagas, presidente dos leões, apenas durante um minuto, o que aconteceu em 1973.

Ao invés, João António Rocha permaneceu à frente dos destinos dos leões desde 6 de Setembro de 1973 até 30 de Setembro de 1986, cumprindo um ciclo bem difícil de exceder.