Novas instalações da Professional Shopfitters inauguradas pelo embaixador de Portugal

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Novas instalações da Professional Shopfitters inauguradas pelo embaixador de Portugal

As novas instalações da “Professional Shopfitters”, na área industrial de Wadeville, foram oficialmente inauguradas na passada terça-feira,  dia 14 de Junho, pelo embaixador de Portugal, António Ricoca Freire, na presença da cônsul-geral de Portugal em Joanesburgo, Luisa Fragoso, directores da Câmara de Comércio Portuguesa na África do Sul, comendadores Gilberto Martins e Silvério Silva, bem como muitas outras individualidades convidadas para esta cerimónia.

 Os convidados foram recebidos pelos directores da empresa, Ricardo Chaves, Tony Flores e Tony Chaves, numa ampla sala onde todos socializaram num ambiente agradável, dispondo de uma grande variedade de comes e bebes.                                                     

 O director-geral da Professio-nal Shopfitters, Ricardo Chaves, dirigiu algumas palavras, começando por dar as boas vindas, afirmando: “Estou extremamente orgulhoso das nossas novas instalações e contente por poder partilhar esta alegria e este nosso so-nho com todos os que estão aqui presentes. Quero aproveitar esta oportunidade para vos dar uma ideia da nossa visão para o “Professional Shopfitters”, agora e para o futuro.

 Em 1972, um emigrante português chamado Antero Flores, filho de um marceneiro, pediu a sua demissão na fir-ma onde estava a trabalhar com uma posição de chefe do gabinete de desenho para seguir o seu sonho – ser empresário.

 Abriu, assim, uma pequena oficina de marcenaria em Driehoek, bairro de Germiston. A qualidade e perfeição dos seus trabalhos foram rápidamente reconhecidas por várias empresas de renome, resultando a expansão da marcenaria ao fabrico de armários, prateleiras, montras etc. para empresas muito conhecidas no mercado como Ster Kinekor, Topics e Truwor-ths, que ainda hoje, desde 1980, são nossos clientes.

 Andrew, como é conhecido, cresceu e expandiu com sucesso a sua fábrica como director-geral até ao ano de 1998, quando se retirou da actividade, viajando entre Portugal e a África do Sul, continuando a ter uma quota na empresa e sendo, sobretudo, um excelente conselheiro.

  Seu filho, Tony Flores, entrou para a empresa em 1989 como trabalhador de bancada, subindo rápidamente para altas posições na empresa devido ao seu talento e, em 1996, seu pai promoveu-o a sócio director da Professional Shopfitters.

 Eu entrei para a empresa em 2012 e logo de início eu e o meu primo Tony vimos o po-tencial que tinhamos para dirigir o futuro da empresa unindo as nossas forças, Tony com a sua experiência técnica e eu com a minha experiência financeira em administração”.

 Ricardo Chaves terminou a sua intervenção agradecendo à sua mulher e filhos, aos  pais, à irmã Simone por ter organizado tão bem a recepção, às empregadas do escritório, à sua tia Carina e Nikita, Elliot, do Morena Cleaning Services, Daniella e Nic, que foi o mestre de cerimónias, do Rebels Playground, Deolinda e Bernie pelas comidas, Liquor City de Glene-agles pelas bebidas e finalmente aos membros do SAPCC, EBI, BDO e Mercantile Bank, instituição bancária que muito tem contribuido para a expansão da empresa.

 Andrew Flores foi chamado para descerrar um quadro pintado a lápis de uma fotografia sua, que vai ser exposto na sala principal de reuniões, como símbolo de gratidão ao homem que, como fundador, deu o maior impacto à empresa.

 Foram também entregues vários certificados de agradecimento e mérito, tendo-se seguido um sorteio de vários prémios, facto que animou o ambiente e aqueles que tiveram a sorte de terem sido contemplados nessa noite.

 O embaixador de Portugal António Ricoca Freire  descerrou a placa comemorativa da inauguração que ficará na parede da recepção daquele complexo industrial, dirigindo algumas palavras de agradecimento e felicitações para esta nova etapa da Professional Shopfitters.

 Em seguida, o dr. Ricoca Freire, com um serrote gravado para a ocasião, cortou (ou serrou) a simbólica fita, que era uma travessa de madeira, que custou a cortar por falta de experiência em carpintaria do embaixador.