Negociações sobre as aulas de português no estrangeiro

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aulas A Federação Nacional da Educação reuniu-se a semana passada com o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, para negociar o arranque do próximo ano letivo do Ensino do Português no Estrangeiro e a avaliação dos professores.

 A Federação apresentou as suas “apreensões e discordâncias em relação ao enquadramento do concurso para o próximo ano” letivo.
 O Governo está a negociar o início do próximo ano escolar no estrangeiro e a avaliação dos professores com os sindicatos.
 Na terça feira, o Sindicato dos Professores no Estrangeiro (SPE), agregado à FENPROF – Federação Nacional de Professores, criticou o Governo por voltar a adiar a abertura do concurso para a colocação de docentes no estrangeiro sem dar qualquer explicação.

 O secretário-geral do SPE, Carlos Pato, disse ainda que o Governo não negociou com os sindicatos a abertura do concurso para os professores no estrangeiro por entender que “não havia lugar à negociação uma vez que é feita com base num regime jurídico”.
 Entretanto, a FENPROF também emitiu um comunicado onde manifesta “o mais veemente protesto pelo desrespeito que o MNE revelou pelas regras de negociação”.

 Esta é a primeira vez que o Ministério dos Negócios Estrangeiros, através do Instituto Camões, organiza o Ensino do Português no Estrangeiro depois da passagem de tutela do Ministério da Educação para o MNE.