Nacional da Madeira, apesar das dificuldades, cumpriu a missão e eliminou os islandeses

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Nacional da Madeira, apesar das dificuldades, cumpriu a missão e eliminou os islandeses

Nacional da Madeira, apesar das dificuldades, cumpriu a missão e eliminou os islandesesTrazendo uma igualdade da Islândia, o Nacional conseguiu carimbar a passagem para a terceira pré-eliminatória da Liga Europa, onde na próxima quinta-feira vai receber a turma sueca do Hacken.

 Os pupilos de Ivo Vieira jogaram o “quanto baste” para garantir a vitória. Sem encher o olho, os alvinegros souberam defender e com inteligência vencer a partida perante um conjunto islandês que ainda acreditou em nova igualdade.
 O Nacional sabia que podia facilitar, apesar de estar em vantagem na eliminatória com o empate conseguido na Islândia. E a equipa de Ivo Vieira entrou decidida a mandar no encontro, conseguindoo na grande maioria da primeira parte, mas sem criar muitos lances de perigo junto à baliza do FH Hafnarfjordur. O técnico alvinegro apostou no jovem brasileiro Oliver, um ponta de lança oriundo dos juniores. E foi mesmo este atacante a desviar de cabeça um canto apontado por Mihelic, mas a bola passou ao lado.

 Seria de novo Oliver a estar em evidência e após uma assistência de Mihelic, o brasileiro rematou isolado mas viu o guarda-redes Gunnleifsson desviar para canto aos seis minutos.
 Os homens de Gudjonsson responderam aos 9 minutos, com um remate muito peri-goso de Vilhjalmsson, após um lance de contra-ataque.
 Estava dado o aviso, e num atraso de Danielson para Elisson o guarda-redes nacionalista deixou passar a bola por baixo do pé e esta só não entrou na baliza por escassos centímetros.Um calafrio nas bancadas da Choupana!
 Até ao intervalo, a partida pouco ou nada teve de interesse, com excepção dos dois últimos minutos, onde Mateus, num trabalho individual, cruzou e não surgiu ninguém a desviar.
 Já em tempo de descontos, Mihelic encheu o pé num re-mate de primeira de fora da área, mas Gunnleifsson voou e desviou para canto.

 Os locais entraram com a mesma equipa após o intervalo, enquanto os visitantes fi-zeram uma troca. E seria Oliver a cabecear com algum perigo, mas para defesa de Gunnleifsson logos primeiros segundos do recomeço.
 Mas se no primeiro tempo Elisson quase comprometeu, aos 51 minutos salvou a sua equipa. É que após uma desatenção de Felipe Lopes que falhou o corte de cabeça, Gu-dnasson isolou-se e rematou para uma grande defesa do guarda-redes brasileiro. A Choupana gelou.
 Só que este lance acordou os homens de Ivo Vieira. Três minutos depois, um livre bem apontado por Mihelic levou os locais ao golo, com um cabeceamento de Luís Alberto.

 O perigo só voltou a rondar a baliza islandesa aos 70 minutos, quando Nuno Pinto isolou Mateus e este cruzou muito bem, surgindo o recém entrado Elizeu que rematou para a defesa de Gunnleifsson.
 O conjunto visitante ainda tentou reagir aos 72 minutos, com um bom lance de Gudnason que assistiu bem Snorrason e este rematou forte para defesa de Elisson.
 O Nacional foi defendendo bem e aproveitando mais os espaços que os islandeses foram abrindo na procura da igualdade.
E seria de novo Snorrason a rematar bem, mas a bola saiu ligeiramente ao lado ao minuto 79.
 Candeias, em contra-ataque, fez um cruzamento que a defesa islandesa aliviou mal e surgiu Mateus a rematar com muita força para uma grande defesa de Gunnleifsson.

 Em mais um lance de contra-ataque (85m), Mateus tentou um chapéu mas voltou a ser infeliz e a bola saiu ao lado. E quase ao cair do pano (90m), num lance de contra-ataque, Mateus assistiu Candeias e este não se fez rogado e bateu Gunnleifsson.
 Ponto final em qualquer aspiração do onze da Islândia.
O Nacional foi melhor, embora esteja ainda à procura do ritmo competitivo (fez hoje a segunda partida da época) e tem matéria para crescer, até porque, na próxima eliminatória, já pode contar com Mário Rondon, o homem golo desejado.