Moçambique acolhe Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África

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Moçambique acolhe Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África

Moçambique recebe a Conferência Internacional de Tóquio para o Desenvolvimento de África, evento que contará com a presença de ministros dos Negócios Estrangeiros, entre outras entidades governamentais, escreveu a imprensa moçambicana.

 O encontro, que ocorre pela primeira vez em Moçambique, conta já com a participação confirmada de 31 ministros africanos, sendo 24 dos Ne-gócios Estrangeiros, sete de outros pelouros e ainda vice-ministros, de acordo com declarações do ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação de Moçambique, Oldemiro Balói.

 O ministro disse que a TICAD (“Tokyo International Conference on African Development”) representa uma oportunidade para a exposição da cooperação entre o Japão e os países africanos, indo a sessão de abertura ser inaugurada pelo Presidente de Moçambique.

 A delegação de Moçambique ao encontro vai aproveitar a oportunidade para revelar o resultado da cooperação do Japão no país, tendo Oldemiro Balói citado como exemplos a recuperação do porto de Nacala, a colocação de asfalto na estrada Mandiba/Lichinga e a construção de Instituto de Ciências e Saúde de Infulene.

 O processo da TICAD é constituído por cinco partes interessadas, também chamados de co-organizadores, nomeadamente o governo do Japão, Comissão da União Africana, Gabinete do Conselheiro Especial das Nações Unidas para África, Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento e Banco Mundial.

 O ministro japonês dos Negócios Estrangeiros, Taro Kono, estará presente nos dois dias da conferência, seguindo depois para a Etiópia para encontros com responsáveis da União Africana.

 Além de Taro Kono e de

outros membros da sua delegação, está prevista a presença em Maputo de representantes de mais de cinco dezenas de empresas japonesas, de acordo com o número mencionado pelo embaixador do Japão em Moçambique, Toshio Ikeda, após uma audiência concedida pelo primeiro-ministro Carlos Agostinho do Rosário.