Manuel Coelho preocupado com falta de apoio do Governo português às Academia do Bacalhau

0
91

  A Academia do Bacalhau da Namíbia realizou no passado dia 10 de Outubro, o primeiro almoço após a interrupção das actividades, em Março, por causa da pandemia de covid-19. O convívio teve lugar no Restaurante Fisher de Windhoek, no qual participaram 23 compadres.

  Durante o evento, o presidente Manuel Coelho apresentou aos compadres vários problemas que afectam a Comunidade portuguesa na Na-míbia, que foram longamente debatidos e aprovados pelos presentes.

  Informou ter reunido recentemente em Portugal com o responsável da Direcção Geral de Assunto Consulares e Comunidades Portuguesas (DGACCP), o embaixador Júlio Vilela

  Coelho manifestou-se descontente com o facto de as Academias não receberem qualquer subsídio do Governo, que só olha para os clubes e associação.

  O presidente honorário das Academias do Bacalhau fez também questão de informar que as Academias do Bacalhau estão totalmente direccionadas para a filantropia e solidariedade, para além da preservação da cultura e tradições portuguesas

  Disse que irá apresentar em nome de todas as Academias do Bacalhau, muito brevemente, um documento à secretária de Estado das Comunidades Portuguesas, dra. Berta Nunes, para que as mesmas tenham direito aos subsídios de apoio aos portugueses necessitados em tempo de pandemia .

  “Penso que os anteriores secretários de Estados das Comunidades Portuguesas têm noção do papel e do esforço que as Academias do Ba-calhau desempenham em prol do bem estar das nossas comunidades”, disse Manuel Coelho.

  “Há que dar valor real e material a essas iniciativas e obras realizadas pelas Academias em todo o Mundo, pois estamos enquadrados com a realidade das necessidades das nossas comunidades”, disse a terminar.