Juventude “leonina” conquista Taça de Honra de Lisboa

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Juventude “leonina” conquista Taça de Honra de Lisboa

Um Sporting com muita juventude conquistou a 65.ª edição da revitalizada Taça de Honra de Lisboa de futebol, ao bater na final o Estoril-Praia, por 7-6, no desempate por grandes penalidades, após um emocionante 3-3 no tempo regulamentar.

 Betinho (2 e 78 minutos) e Luri Medeiros (83) foram os autores dos tentos "leoninos", enquanto Rúben Fernandes (27), Carlitos (33) e Sebá (56) marcaram para os estorilistas, num jogo digno de I Liga, com golos, emoção e algumas "escaramuças" entre jogadores, e que ditou o 30.º triunfo do Sporting na competição.

 Tal como na véspera, diante do Benfica, a formação de Alvalade surgiu com um "onze" recheado de juventude e com algumas alterações operadas por Abel Ferreira, entre as quais a titularidade de Betinho.

 De resto, seria o jovem da equipa B "leonina" a abrir as "hostilidades", logo aos dois minutos, recebendo um passe de Mica e isolando-se perante o guardião Vágner, que foi impotente para travar as intenções do avançado.

 Ainda assim, à semelhança do que sucedeu no encontro com o Belenenses, a formação da Linha voltou a deixar excelentes indicações, apresentando um futebol fluido e rápido, nomeadamente através dos extremos Carlitos e João Pedro Galvão.

 A reviravolta no marcador acabaria por acontecer de forma expectável, com Rúben Fernandes, primeiro, e Carlitos, depois, a corresponderem da melhor forma a dois lances de bola parada, aplicando a fórmula utilizada pelos "leões" para vencer o Benfica, na meia-final de sábado.

 Com um maior "andamento" que o adversário, o Estoril manteve a tónica no segundo tempo e, depois de Samba quase fazer um autogolo e de Tiago Gomes ameaçar Victor Golas, num livre directo, seria o reforço Sebá, ex-FC Porto, a dilatar a vantagem, num pontapé cruzado.

 No entanto, quando nada o fazia prever, o Sporting foi buscar as forças que pareciam já não existir e, em apenas cinco minutos, repôs a igualdade no marcador, por intermédio de Betinho e Luri Medeiros, o que levou a decisão à marca dos 11 metros, onde os "leões" foram mais felizes.