Fundação Luso-Americana tem novos dirigentes

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Fundação Luso-Americana tem novos dirigentes

O conselho executivo da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD), considerado o “núcleo duro” da instituição, não integra nenhum dos membros do anterior mandato, na se-quência da designação de Vasco Rato para a presidência.

 Jorge da Silva Gabriel, professor auxiliar convidado da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova e especialista na implementação de sistemas integrados de gestão, e o norte-americano Michael Alvin Baum Jr, professor de Ciência Política em Massachusetts, casado com uma portuguesa e proposto pela da embaixada dos EUA, vão agora acompanhar Vasco Rato na lide-rança da FLAD no mandato de cinco anos que agora se inicia.

 O despacho da nomeação da nova direcção da FLAD, pro-veniente do gabinete do pri-meiro-ministro, Pedro Passos Coelho, foi publicado em Diá-rio da República na segunda-feira e produz efeitos a partir de 1 de janeiro de 2014.

 O conselho de administração, além dos três membros do conselho executivo, inclui Má-rio Mesquita, que assim abandona o “núcleo duro” da direcção da FLAD, e o professor Jorge Figueiredo Dias, que passam a integrar o conselho não-executivo, que se reunirá trimestralmente com os administradores executivos.

 O “histórico” da Fundação, o norte-americano Charles Buchanan, deixa as estruturas dirigentes.

 A eleição dos quatro admi-nistradores que acompanham Vasco Rato, previamente no-meado pelo primeiro-ministro e que substituiu Maria de Lurdes Rodrigues, foi decidida na reunião de 16 de Dezembro do conselho de curadores da FLAD, presidido por Nogueira de Brito e que inclui ainda José Lamego, Elvira Fortunato, Miguel Monjardino, Rui Ramos, Virgina Staab e John Olson, os dois últimos por indicação da embaixada norte-americana.

 A nova estrutura da FLAD, na sequência de uma anterior decisão do Conselho de Ministros, foi publicada em Diá-rio da República em 31 de julho de 2013.

 Fundada em 20 de maio de 1985, a FLAD tem como objetivo, de acordo com os seus estatutos, contribuir para o “desenvolvimento económico e social português através da promoção da cooperação entre Portugal e os Estados Unidos da América nos domínios empresarial, educativo, científico, tecnológico e cultural”.