Festejos do Dia da Mãe na ACP de Pretória

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Festejos do Dia da Mãe na ACP de Pretória

Dando continuidade a uma celebração de grande significado, mantida desde longa data e em anos sucessivos na colectividade, a ACP de Pretória voltou a comemorar no penúltimo domingo, 13 de Maio, o Dia da Mãe, com um programa iniciado de almoço de convívio e em que participaram mais de quatrocentas pessoas.

Seguido de entrega de lembranças a todas as mães presentes nesta homenagem que ali lhes foi dedicada, e como habitualmente vem acontecendo nestes festejos, distinguidas com prémios especiais a mãe mais jovem, Janine Azevedo de 28 risonhas primaveras, e a mais idosa, Annette Mons, de 84 anos de idade, e encerrado com o “show” dos artistas da nossa comunidade, pela ordem de actuação, Gina Martins, Dário Bettencourt e Kátia da Ponte.
 Com a música para esta celebração a cargo da “DJ Maverick”, de Carlos Tavares, foram mestres-de-cerimónias Carlos Calado e Micaela dos Santos, que para além da apresentação do programa preparado para esse dia, recitaram em palco os seguintes poemas alusivos à homenagem que na ACPP era dedicada às mães:
 Por Carlos Calado “Que mulher é essa que não se cansa, que não reclama nada, que disfarça a dor?
Que mulher é essa que contribui com tudo, que distribui afeto, tira espinhos do amor!
Que mulher é essa de palavras leves, coração aberto, pronta a perdoar? Que mulher é essa que sai do palco ao terminar a peça, sem chorar!
Essa mulher existe, sua doçura resiste às dores da ingratidão, resiste à saudade imensa, resiste ao trabalho forçado, resiste aos caminhos do não! Essa mulher é Mãe, como todas são!”.
Por Micaela dos Santos, “Mãe… são três letras apenas, as desse nome bendito. Também o céu tem três letras, e nele cabe o infinito.
Para louvar a nossa mãe, todo o bem que se disser. Nunca há de ser tão grande, como o bem que ela nos quer.
Palavra tão pequenina, bem sabem os lábios meus. Que és do tamanho do Céu, e apenas menor que Deus!”.
Nas palavras dirigidas pelo presidente da direcção, Mário Ferreira, todas elas baseadas em felicitações às mães presentes, e agradecimentos aos que promoveram essa festa, Manuel José por motivos imprevistos ausente em Portugal, e Ibraim dos Santos, assim como a quantos colaboraram nos festejos, tanto na preparação do salão pelo grupo de senhoras que habitualmente chamam a si essa tarefa, Graciosa Ferreira, Fátima Moutinho, Arminda José e Carla Ferreira, como contribuição noutros sectores, com destaque para o gesto de Carlos Tavares na oferta da música para essa comemoração e artistas que ali actuaram nessa tarde.
 De casa cheia e salão decorado de bom gosto a “branco e rosa”, uma perfeição por to-dos ali presentes admirada, é de justiça realçar o brio com que esse dedicado grupo de senhoras sempre tem apresentado em elegância na decoração que gratuitamente e sem olhar a sacrifícios prepara adaptado ao cariz de cada festa, com dispêndio de tantas horas de trabalho, e normalmente, salvo uma ou outra leve referência elogiosa, passam no anonimato, mas que nem mesmo assim, mas no fundo à sua ligação e amor à colectividade as faz continuar, certamente o que acontece na maior parte, ou talvez nas restantes agremiações da nossa comunidade.