FC Porto vence Shakhtar na Ucrânia e conquista terceiro lugar

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FC Porto vence Shakhtar na Ucrânia e conquista terceiro lugar

O FC Porto manteve-se na corrida aos “oitavos” da Liga dos Campeões em futebol, graças à vitória, por 2-0, sobre o Shakhtar, na Ucrânia, em jogo da quinta e penúltima jornada da prova.

 Com este desfecho, os “dragões” garantem, no mínimo, a presença na Liga Europa, e já só distam um ponto dos russos do Zenit (empataram frente ao APOEL), que de-frontarão a 6 de Dezembro no Estádio do Dragão só a vitória garante a permanência.
  O treinador Vítor Pereira entregou a titularidade ao angolano Djalma, que entrou a fazer o papel habitual de Hulk nas alas, e com este a fazer de Kléber na posição de ponta de lança, deixando este último no banco.

 Apesar de o FC Porto se ter apresentado um pouco mais pressionante que nos últimos jogos – com Defour ao lado de Moutinho e Fernando mais afoito -, rapidamente se percebeu que Hulk estava muito desenquadrado no posicionamento a que foi obrigado.
 Na única ocasião de verdadeiro perigo, logo aos cinco minutos, Hulk conseguiu controlar a bola na “meia lua”, entrou na área em esforço e já rematou fraco, permitindo a um defesa a intervenção, quando a bola se deslocava para a linha de golo.
 Foram, porém, dos ucranianos as melhores oportunidades no primeiro tempo, com o brasileiro Luiz Adriano em foco: logo no primeiro minuto, “disparou” desde o coração da área, mas para as mãos de Helton, e aos 19 minutos, depois de fugir a Rolando, mas rematando ao poste direito.
 Entre os “dragões”, o regresso à titularidade de James Rodriguez não parecia estar a surtir efeito e apenas Djalma mantinha a “bússola” orientada para a frente.

 Apesar disso, não foi o futebol pobre de ideias e fraco fisicamente que os “azuis e brancos” vinham apresentando desde 28 de Outubro, data da última vitória (3-0 ao Paços de Ferreira, em casa).
 No reatamento, o Shakhtar voltou a mostrar mais ousadia ofensiva, impondo velocidade nas jogadas, ao contrário da equipa de Vítor Pereira, a jogar de pé para pé e sem movimentações capazes de criar desequilíbrios. Com o controlo do jogo algo repartido, apenas aos 69 minutos Hulk arrancou como nos “velhos tempos” e obrigou Rybka a defesa de recurso.
 Quatro minutos depois, Fernandinho rematou da zona frontal, mas a trajetória da bola foi desviada por Rolando, obrigando Helton a uma grande defesa, fazendo o esférico embater no poste.

 Vítor Pereira trocou Djalma por Cristian Rodriguez, aos 73 minutos, e a equipa ganhou frescura ofensiva, o que surtiu efeito a nove minutos do fim:
 Moutinho desmarcou Hulk com um passe quase desde o meio campo e o avançado revelou calma suficiente para fazer o golo à saída do guardião. Em cima dos 90 minutos, um remate torto de Maicon tornou-se complicado para o defesa Rat, que desviou para onde não devia, oferecendo o segundo golo aos “dragões”.