Encontro Intercalar de Investidores da Diáspora em Julho no Funchal: Governo espera pelo menos 40 milhões de euros em investimentos da diáspora na Madeira

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 O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas anunciou na segunda-feira que o Governo espera que o Segundo Encontro Intercalar de Investidores da Diáspora, na Madeira, em Julho, traga investimentos de pelo menos 40 milhões de euros.

 “No ano passado, no seguimento do Encontro dos Açores, resultaram investimentos de 40 milhões de euros, segundo disse então o próprio governo regional, e eu espero que estes encontros na Madeira possam produzir resultados pelo menos tão positivos como os do governo regional dos Açores anunciou”, disse José Luís Carneiro na sessão de apresentação dos Segundos Encontros, que decorrem a 25 e 26 de Julho, na Madeira, um dia depois dos Encontros Regionais da Diáspora madeirense.

 “A par das remessas, há um conjunto muito significativo de investimentos, com imenso potencial de promoção de condições de desenvolvimento económico e social em regiões, muito particularmente dos recursos endógenos do país”, vincou o governante.

 O objectivo destes encontros, acrsecentou, é “conhecer de forma mais completa a expressão económica e empresarial dos portugueses no mundo e, conhecendo-se, permitir que trabalhem mais em rede e cooperação para valorizar e criar oportunidades de investimento em Portugal”.

 Os Segundos Encontros Intercalares da Investidores da Diáspora seguem-se às reuniões de Sintra, em 2016, que juntou 250 empresários de 37 países, e à de Viana do Castelo, que teve 380 empresários de 38 países em 2017.

 “Portugal tem a atitude de quem reconhece à diáspora um contributo decisivo para o desenvolvimento económico, criação de emprego e melhorias de condições de vida dos nossos territórios”, disse José Luís Carneiro, salientando que também o aumento das exportações portuguesas está ligado ao movimento da diáspora: “As exportações crescem mais para onde a dinâmica geográfica e de mobilidade da emigração é superior, porque as micro, pequenos e grandes negócios acompanham os fluxos humanos do nosso país para as mais vastas regiões do mundo”, concluiu José Luís Carneiro.