Desporto comunitário regressou à União Portuguesa

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 No sábado 21 de Novembro, a União Cultural Desportiva Recreativa Portuguesa organizou um dia aberto à Comunidade portuguesa para o desporto que envolveu um jogo de apresentação da nova equipa de futebol da União e um mini-torneio de hóquei-em-patins.

  O jogo de futebol envolveu a apresentação da primeira equipa da União contra as reservas do clube. Com o hóquei-em-patins, uma organização conjunta entre a União e o presidente do Núcleo de Arte e Cultura (NAC), Joaquim Coimbra que trouxe a APF de Vanderbijlpark, a ACP de Pretó-ria, o NAC e a União.

  Ao Século de Joanesburgo o actual presidente da União, José Contente explicou como é que surgiu a iniciativa. “Isto estava programado para ter acontecido no aniversário da União, a apresentação da equipa sénior de futebol e uma equipa júnior. Que é o que está a acontecer hoje”.

  “A maioria dos jovens a jogar são portugueses, no relvado poderemos dizer que temos 80% de portugueses a jogar. Alguns que não são portugueses estão muito ligados à Cultura portuguesa.”

  José Contente explicou que o futebol “funciona às terças-feiras e quintas-feiras a partir das 18h30 até às 20h30-21horas sensivelmente. Neste relvado, ainda temos a iluminação um bocadinho deficiente, mas estamos a trabalhar para termos uma iluminação capaz de jogar à noite também”.

  Em relação ao hóquei-em-patins, ao Século falou Joaquim Coimbra, presidente do NAC. “O hóquei está de rastos agora com isto da pandemia. Infelizmente, está mesmo mal. Mas, fizemos esta iniciativa para fazer se conseguimos trazer a União de volta que há dois, três anos não tinha participação e foi um esforço para ver se conseguimos injectar vitalidade no hóquei dentro das várias colectividades. Esta foi sempre a casa do hóquei, dizem que nasceu na União o hóquei-em-patins português na África do Sul e todos precisamos da União – e dos restantes clubes portugueses – saudáveis e bem. Portanto, decidimos trazer três clubes para cá. Quisemos “desenferrujar” os rolamentos a ver se conseguimos atrair mais gente e salvar e manter o hóquei. Fazer com que os pais e os miúdos se interessem mais”.

  Coimbra informou que “ao todo, teremos jogadores sub-12, para cima de cinquenta jogadores”, explicou com um sorriso. Coimbra acrescentou ainda que por causa dos exames escolares, muitas crianças não puderam participar e apelou mesmo assim à participação de todos. Misturou os hoquistas em várias equipas e realizaram-se vários jogos al longo do dia, sempre sob o olhar atento e protector de Joaquim Coimbra.

  O dia começou cedo, cerca das 8h30 e terminou perto das 18horas.

Michael Gillbee