Despesas irregulares nas autarquias sul-africanas ascende a 25,2 biliões de randes

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 O auditor-geral Kimi Makwethu, disse que a despesa irregular nos municípios da África do Sul baixou de 29,7 biliões para 25,2 biliões no ano financeiro de 2017/18, alertando no entanto para uma provável subida do valor auditado.

 Na sua informação ao Parlamento, na quarta-feira, Makwetu referiu que as despesas irregulares contribuíram para o decréscimo dos resultados financeiros nas contas auditadas em vários municípios, salientando que apenas 18 autarquias reportaram “contas limpas” e que as auditorias não qualificadas registaram-se em apenas metade dos 257 municípios no país.

 Segundo ao auditor-geral, as despesas irregulares referem-se a dinheiros gastos em violação aos procedimentos de compras públicas, e que podem ser uma indicação de corrupção.

 “O montante pode ser ainda maior, já que 46% dos municípios reportaram a divulgação incompleta de despesas irregulares ou afirmaram nos seus resultados financeiros desconhecer a totalidade das despesas irregulares”, disse Makwetu.