Depois de idênticas funções exercidas no passado Tony Oliveira volta a presidir à ACP de Pretória

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 Em assembleia-geral anual realizada na manhã do penúltimo domingo, 19 de Janeiro, na ACP de Pretória, aceitou ser presidente da Direcção desta considerada casa mãe das colectividades lusas de Pretória, Tony Oliveira, que por sua vez – sinal de que já antes e com essa intenção trabalhara nos bastidores -, indicou ali os nomes de Carlos Calado para presidir à As-sembleia-Geral, e Sérgio Coelho para dirigir o Conselho Fiscal, nomes esses em sinal de concordância, a originarem grandiosas salvas de palmas dos presentes nesta assembleia.

 Quanto ao modo como decorreu esta assembleia-geral, diremos que além do significativo número de presenças, quanto a nós das mais concorridas a que temos assistido nestes últimos anos, tal como no civismo que ali imperou na apresentação, pelo presidente da Assembleia-Geral, comendador Mário Ferreira, de todos os assuntos relacionados com o bom andamento da colectividade durante este último mandato, em que por na anterior assembleia não ter sido eleita Direcção para a dirigir, recorrer para tal a uma comissão administrativa, assim como na apresentação do relatório de contas pelo presidente do Conselho Fiscal, Rui Ferreira, toda a assembleia aceitar sem contestação as despesas e receitas efectuadas ao longo deste mandato, sinal da concordância colectiva ao trabalho exercido por esse órgão fiscalizador, e no global imperar sempre o bom senso na sua análise, daí até servindo para clarificar certos mal-entendidos, e pacificamente apontar para que tudo volte à normalidade.

 Significativas e encorajadoras foram as palavras do presidente cessante, comendador Mário Ferreira, ao prometer a Tony Oliveira toda a ajuda que lhe for possível no decorrer do novo mandato que se segue, e como tal, interpretadas como meio caminho andado para o possível sucesso que se deseja, e encorajadoras ao desempenho da missão a que Tony Oliveira vai meter ombros, e pelo seu entusiasmo parte para uma missão, que só o amor a essa casa o leva a aceitar tal compromisso, olhando aos difíceis tempos que enfrentamos e o meio associativo, como é do conhecimento geral, tem sido bastante afectado.

 Reconhecido à ajuda prometida pelo comendador Mário Ferreira, parecendo terem caído fundo em Tony Oliveira, que depois de lhe agradecer tudo o que de benefício tem feito pela ACPP, essa oferta lhe dar mais ânimo para encarar o futuro com algum optimismo, a que olhando aos difíceis tempos que atravessamos, o encorajam a tomar conta de tão espinhoso cargo, por vezes tão criticado pelas pessoas negativas, especialmente por aquelas habituadas a por defeitos e deitar abaixo quem assume estes cargos, em vez de lhes dar ânimo, ajuda e incentivo a ultrapassar dificuldades.

Recorda-se que o desempenho deste cargo parece não ter segredos para Tony Oliveira, uma vez já ter exercido idênticas funções nesta mesma ACPP em 1999, 2000 e 2001; na Academia do Bacalhau de Pretória em 2016 e 2017; e na Federação das Colectividades Portuguesas da África do Sul em 2001, 2002 e 2003, ficando ali assente a tomada de posse deste novo executivo para a noite da próxima quarta-feira, 29 do corrente mês de Janeiro.

 De referir, certamente para auscultar opiniões e saber com quem eventualmente poderia contar, quanto à formação de uma possível direcção que viesse a encabeçar, Tony Oliveira teve na noite de quarta-feira anterior a esta assembleia, uma reunião no restaurante da ACPP com alguns convidados, a que estiveram presentes Manuel José, Carlos Ferreira, Tony Barbosa, Luís Marques, Jorge Ramos, Sérgio Martins, Feliciano Ferreira e Luís Maia, cada qual dando a sua opinião nos vá-rios âmbitos, com maior incidência na captação de jovens às actividades que ali venham a decorrer, dado o afastamento que se tem verificado, parecendo ser um mal generalizado na afluência da juventude às nossas colectividades, sendo no final deste pequeno debate oferecido pelo seu or-ganizador um pequeno convívio de alguns petiscos a quantos ali compareceram.