De Consulado de Carreira a Honorário

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O Consulado de Portugal em Durban continuou como de Carreira até 2009, sendo então feita uma reestruturação pelo secretário de Estado das Comunidades, António Fernandes da Silva Braga, na conformidade do Regulamento Consular de 31 de Março de 2009 e o Ministério dos Negócios Estrangeiros.

  Foi decidido continuar como Consulado Honorário de Portugal em Durban, sendo Elias António de Sousa nomeado cônsul honorário de Portugal em Durban, com funções alargadas. Esta no-meação foi oficialmente aceite pelo então Presi-dente da República da África do Sul, Jacob Ge-dleyihlekisa Zuma, a 4 de Outubro de 2009.

  Após a reestruturação foi tomada em consideração uma proposta para uma revisão do quadro do pessoal no Consulado. Anteriormente existia o cônsul, uma chanceler e três funcionários, to-talizando cinco membros efectivos, sendo reduzido para três, cônsul honorário e duas assistentes Técnicas.

  Porém o atendimento, aconselhamento, assistência e prestação de serviços tem sido muito eficaz para os nossos conterrâneos e membros de outras comunidades que solicitam informações sobre Portugal. As duas funcionárias informam cabal e profissionalmente sobre todas as questões relacionadas com os serviços consulares.

  A assistente técnica, Cristina Gomes, trabalha nos serviços consulares há 31 anos, tendo inicia-do a sua carreira no Consulado-Geral em Joanesburgo, mas após 18 meses foi para Durban em Agosto de 1991. É notável e importante mencionar que o Livro de Reclamações não contém uma única reclamação durante os últimos trinta anos.

  As instalações do Consulado de Portugal foram sempre localizadas no centro da cidade de Durban, mas devido a vários factores especialmente a segurança e a acessibilidade, foi decidido relocalizar as instalações em 389 Lilian Ngoyi Road, Windermere, Durban.

  Esta localidade é mais acessível através de transporte público ou privado e oferece melhor acesso de entrada para pessoas que necessitam de assistência. A mudança foi muito bem aceite pelos membros da nossa comunidade, mas so-bretudo com imensa satisfação que os serviços consulares continuariam em Durban.

  Isto foi extremamente importante, caso contrário os serviços seriam prestados em Joanesburgo a uma distância de 630 quilómetros. Além da distância muitos membros da comunidade estão numa idade mais avançada e não seria fácil percorrer esta distância para manter e continuar com a nacionalidade portuguesa.