Cristiano Ronaldo conquista Bola de Ouro pela quinta vez

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O português Cristiano Ronaldo ganhou na quinta-fei-ra pela quinta vez a Bola de Ouro, prémio atribuído pela revista francesa France Football ao melhor futebolista do ano, somando o quarto troféu nos cinco anos.

  Cristiano Ronaldo, que conquistou em 2017 a Liga dos Campeões, a Liga espanhola, a Supertaça europeia e a Supertaça espanhola pelo Real Madrid, igua-lou os cinco troféus do argentino Lionel Messi (2009 a 2012 e 2015).

  O ‘capitão’ da selecção lusa, que recebeu o troféu numa cerimónia realizada na Torre Eiffel, em Paris, já tinha arrebatado a Bola de Ouro em 2008, 2013, 2014 e 2016, nas edições intermédias num prémio entregue conjuntamente pela France Football e a FIFA.

  O futebolista português do Real Madrid Cristiano Ronaldo disse considerar-se o “melhor jogador da história”, na entrevista dada à revista France Football. “Sou o melhor jogador da história, nos bons e nos maus momentos (…). Respeito as preferências de todas as pessoas, mas não vejo ninguém melhor do que eu”, afirmou o avançado luso, que arrebatou o troféu com 946 pontos, e igualou o número de conquistas de Lionel Messi. O avançado argentino do FC Barce-lona ficou no segundo lugar, com 670, e Neymar no terceiro, com 361.

  Ronaldo realçou o número de distinções individuais, assim como as suas características, como o facto de jogar com os dois pés, ser rápido, forte e bom no jogo de cabeça, assim como na capacidade de fazer golos e assistências.

  “Não é só o trabalho de ginásio, como pensam alguns, é um conjunto de coisas. Nenhum futebolista faz o que eu sou capaz e eu faço coisas que os outros não podem fazer. Não há nenhum jogador mais completo do que eu”, frisou, assinalando a distinção para os ‘rivais’: “As pessoas podem preferir o Messi ou o Neymar, mas ne-nhum é mais completo do que eu”.

  Sobre a rivalidade com Messi, Ronaldo reconheceu que o motivou a melhorar.

  “Ganhei a Bola de Ouro antes de Messi. Superou-me com quatro vitórias consecutivas. Nesse momento estava triste e chateado, ia às cerimónias mas nunca ga-nhava. Uma vez estava mesmo desmotivado”, admitiu.

Antevendo a edição de 2018 do troféu, Ronaldo encontrou dificuldades em encontrar um favorito, por considerar fundamental o campeonato do mundo, a disputar na Rússia.