Congresso das Academias do Bacalhau em Viseu completou jornada histórica do movimento

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Congresso das Academias do Bacalhau em Viseu completou jornada histórica do movimento criado em Joanesburgo

Terminado há dias, Setembro de 2013 representa já uma página de ouro na história das Academias do Bacalhau. A 19 foi inaugurada, na cidade sede da União Europeia, a Academia do Bacalhau de Bruxelas, a 54.ª do movimento de amizade, solidariedade e portugalidade iniciado em Junho de 1968 em Joanesburgo.

  A seguir, depois da cerimónia na Bélgica, o compadre fundador e presidente honorário das Academias, Durval Marques, e o presidente da Academia-Mãe, José Manuel Sampaio, ambos de regresso a Portugal, visitaram os compadres da Academia de Paris, que está a transformar-se numa tertúlia de primeira grandeza.

  A 20, foi a festa comemorativa das Bodas de Prata da Academia do Bacalhau de Lisboa, a que se associaram representantes das Academias de Joanesburgo, Maputo, Namíbia, Paris, Londres, Estremoz, Costa do Estoril e Viseu , tendo o presidente da Academia aniversariante, Mário Nunes, contado com  a presença da embai-xadora da África do Sul, Keitumetse Matthews, que ja é comadre, a dra. Helena Botelho, viúva do fundador e primeiro presidente daquela tertúlia, dr. Fernando Botelho, o presidente honorário das Academias e o presidente da Academia-Mãe, como convidados de honra.

  A 22, no Porto, a Academia, fundada em Setembro de 1989, festejou o seu 24.º aniversário, com o presidente César Pina a receber, entre os convidados, Durval Marques e José Manuel Sampaio.

  No fim de semana seguinte, já a fechar o mês, teve lugar o 42.º Congresso Mundial das Academias do Bacalhau, organizado pela Academia de Viseu e que se traduziu por um enorme sucesso. Foi o congresso mais participado de todos os que se realizaram até hoje, testemunho da dinâmica do movimento. A maior sala de reu-niões do Hotel Montebelo encheu e a organização teve mesmo que recorrer a um reforço de cadeiras para sentar os congressistas.

  Cerca de 40  academias das 54 existentes em todo o mundo participaram no plenário, tendo os congressistas aprovado, por una-nimidade e aclamação, a abertura das Academias de Nelspruit, na África do Sul, e do Ribatejo, em Santarém. Também por unanimidade tinha sido aprovada anteriormente a acta do anterior Con-gresso, realizado em Maputo.

  O próximo congresso terá como anfitriã a Academia de New Jersey, nos Estados Unidos, em Outubro de 2014, tendo sido a única a candidatar-se à realização do evento no continente americano.

  Para a sua agenda, ficou a aprovação do Regulamento dos Congressos e o Código dos Compadres, textos que ate lá, devido à sua extensão, irão ser debatidos previamente no âmbito das várias Academias e divulgados através do site da Academia-Mãe. Pelo seu empenho neste trabalho e na tarefa de restaurar a actividade de tertúlias afectadas no ritmo de convívios e reuniões pelo envelhecimento dos seus dirigentes, o presidente da Academia-Mãe foi felicitado pelos congressistas, que o aplaudiram de pé.

  Em Viseu, o congresso, seguindo as normas em vigor, confirmou a atribuição de títulos de Presidentes Honorários das respectivas Academias aos compadres Carlos Cardona, antigo presidente em Luanda, e José Joaquim Silva Perdigão, primeiro presidente em  Viseu.

   No cumprimento da agenda de trabalho, que este ano confinou a alguns minutos o tempo de intervenção de cada orador, os presidentes das Academias ou os seus representantes transmitiram as saudações de que foram portadores e deram conta, de forma resumida, das actividades das respectivas tertúlias, nomeadamente na vertente da solidariedade social.

  Seguiu-se um momento, o da gratidão, que calou bem fundo no coração de todos os congressistas. O padre Alexandre Mendonça, que acompanhou a representação da Venezuela, assumiu “a voz daqueles que não podiam estar presentes para o fazer, mas que estavam muito agradecidos às Academias, a voz do beneficiados pelos apoios recebidos, não só os de Caracas, mas também os de todo o mundo”.

  De salientar que no dia seguinte, domingo, foi celebrada na Igreja do Sagrado Coração de Jesus, em Viseu, uma missa celebrativa das bodas de prata sacerdotais do padre Alexandre, que contou com a participação de compadres e comadres das Academias.

  No tocante à votação de moções que eventualmente fossem apresentadas ao congresso, não foi aceite a proposta do Porto que pretendia um voto por cada Academia, prevalecendo o direito de voto de todos e cada um dos congressistas presentes.

  Já aprovadas em anteriores congressos, mas com datas de abertura oficial ainda por marcar, continuam as Academias de Londres, apadrinhada pela de Paris, e a de Alto Morantinos, apadrinhada pela de Caracas.

  Este foi o congresso mais participado de todos os que se rea-lizaram até hoje e esse testemunho de dinâmica do movimento levou a que, no termo dos trabalhos, o lema adoptado pelo ple-nário como título do congresso tivesse sido “Rumo ao Futuro”.

 

* “ESTE É O MAIOR ENCONTRO

DE COMUNIDADES DE TODO O MUNDO

QUE NÓS TEMOS EM PORTUGAL”

       – disse no Congresso o secretário

         de Estado José Cesário

 

  Logo após a abertura do Congresso e uma primeira saudação a todos os congresssitas, o presidente da Academia anfitria, António Figueiredo, convidou o secretário de Estado das Comunidades Portuguesas a dirigir-se à assembleia ali reunida.

  Jose Ceário começou por afirmar que “este é o maior encontro de comunidades de todo o mundo que nós temos em Portugal. Não há outro momento em que tal se verifique. Isto é para nós um momento fundamental para podermos trocar impressões e para podermos reencontrar pessoas com experiências muito diversificadas, com o aspecto muito particular de que estão aqui reunidas Academias de fora de Portugal e Academias de Portugal”.

  Por isso, para seguir a evolução dos trabalhos do congresso, o secretário de Estado levou até Viseu um técnico da Direcção-Geral dos Assuntos Consulares. “Podem contar com a nossa colaboração, porque para nos é muito importante a presença neste evento” – disse aquele membro do Governo.

  O orador falou depois da relação com as comunidades, salientando que “não é novidade para ninguém que as comunidades portuguesas desempenham um papel absolutamente central em tudo o que tem a ver com o desenvolvimento do nosso País” e adiantou que “Portugal não existe sem os portugueses que estão fora do País. É assim desde a Idade Média e isto é uma questão que tem que ser analisada, estudada e encarada com toda a abertura e com toda a clareza”.

  José Cesário recordou que “Portugal não é um país de 10 milhões. Portugal é muito mais do que isso. Portugal é um país que tem muitos milhões fora e sobretudo que tem o potencial que representa a relação desses milhões com os povos locais. Não há um outro país que se possa orgulhar disso”.

  Também reconheceu que, “na nossa História, poucas vezes conseguimos fazer de forma adequada essa ligação, aproveitando esse enorme potencial”.

  Depois falou da língua, a qual dá a todos uma raiz comum. Sublinhou que o português é a língua mais utilizada no hemisfério sul, é a terceira mais utilizada na internet, é uma língua de negócios e uma língua a nível global.

  Nessa linha de pensamento, José Cesário frisou que “a nossa relação com o universo lusófono e muito particularmente com as comunidades portuguesas é uma relação absolutamente vital para o futuro do país, como vital é também a língua em termos econó-micos, em termos culturais e em termos políticos”.

  Para o secretário de Estado das Comunidades, “este esforço de aproximação entre portugueses, lusodescendentes e lusófonos em geral, tem que ser encarado como um desafio colectivo, que não se limita só ao governo mas que pertence a toda a sociedade portuguesa. É um desafio para os municípios, é um desafio para as universidades, para os sindicatos, para as instituições e é, obviamente, um desafio para os diversos órgãos de soberania”.

  Dirigindo-se naquele momento particularmente aos membros das Academias do Bacalhau, José Cesário disse que “gostava que todos nós nos transformassemos em agentes dessa aproxima-ção”, tendo na circunstância apresentado uma saudação muito es-pecial ao fundador daquele grande movimento, dr. Durval Mar-ques, presente no congresso.

  O secretário de Estado disse crer que “as  Academias conseguem desempenhar este papel porque têm pessoas cá em Portugal, têm pessoas fora do país e pessoas que estão a circular permanentemente”.

  No contexto do Portugal da diáspora, o orador deu a panorâmica da vertente fantástica, com empresários de grande dimensão, investigadores, professores e pessoas bem colocadas a nível social, mas também aludiu ao outro lado menos bom, o dos necessitados – “uns estão lá há muitos anos, outros partem hoje” -, que fazem parte do universo das comunidades que sofre de problemas so-ciais gravissimos.

 “ E é aí – disse José Cesário – que entram as Acaddmias, que são, sobretudo, organizações que têm em vista a solidariedade social e o apoio aos mais carenciados”.

  Disse que há realidades que não podem ser descuradas e falou de alguns programas oficiais de apoio à pobreza, problema a que se juntam o desemprego, as dificudades de reconversão laboral em áreas para que a crise económica arrastou algumas comunidades, a exploração laboral, particularmente na Europa, o caso dos idosos, muitos a viverem em situações de solidão, e a nova questão dos detidos por tráfico de droga, alguns em países onde Portugal nem sequer possui representação diplomática para lhes dar assistência, recorrendo-se aí, normalmente, ao apoio da Igreja Católica, detentora de uma rede mais aberta e generalizada para poder ajudar esta gente.

  Neste capítulo, o secretário de Estado aludiu  ao “apoio indispensável das organizações comunitárias, que são elas que primeiro conseguem detectar essas situações, as quais só chegam ao nosso conhecimento quando já atingem um nível muito grave”.

  José Cesário voltou a dizer que “a relação com as nossas comunidades é vital para o futuro do país, havendo um caminho muito longo a percorrer mas com oportunidades únicas de negócio, só possíveis de concretizar se nos conseguirmos colocar, todos, em rede”, decorrente da presença de empresas portuguesas em vá-rios pontos do mundo.

  Depois de focar a potencialidade de negócios em países lusófonos e investimentos conjuntos de empresários de Portugal em parceria com empresários das comunidades em países terceiros, José Cesário frisou que Portugal está a viver o melhor ano turístico de sempre, havendo também factores diversos que o justificam, como a crise nos países árabes do norte de África.

  Mas existe a possibilidade desses números melhorarem e, tam-bém neste campo, o secretário de Estado valorizou o papel das comunidades portuguesas: “As nossas comunidades, para além do seu grande potencial em termos culturais, divulgam a imagem de Portugal e as tradições portuguesas, e isso tem grandes implicações em trazer turistas a Portugal”.

  Relativamente ao futuro, referiu como vital o envolvimento dos jovens, nomeadamente na renovação do movimemto associativo.

   “Nós precisamos das nossas associações no mundo, mas para que se mantenham em actividade elas precisam de ter jovens”.

  “Também terá que haver fusões. Não temos dúvidas nehumas sobre isso, mas isso tem que acontecer por iniciativa própria. Não somos nós que vamos dizer quais as instituições que terão que se fundir”.

  “Nisso, peço a colaboração de todos neste trabalho comunitário”  – apelou José Cesário.

  Sobre a situação interna do País, o secretário de Estado disse aos compadre e comadres das Academias do Bacalhau que “podem levar a grande certeza de que Portugal não é um paísinho qualquer e que vamos dar a volta à situação delicada que temos”.

  “Não está em causa só a história do passado. Está em causa o presente. Este país tem prestígio, este país tem gente – os que estão cá e os que estão lá fora -, este país tem potencial, este país consegue mudar situações. Algumas estavam mal e essas vamos mudá-las. Este país consegue ter resultados”.

   “Não tenho dúvidas – afirmou, a concluir, o secretário de Estado – que se estivermos todos empenhados em fazer trabalho sério, nós vamos dar a volta à situação delicada que temos. Vamos ter grandes resultados para todos e vamos tentar evitar que muita gente que sai de Portugal por necessidade económica não tenha que continuar a sair. Alguns vão continuar a sair sem ser por ne-cessidade económica. Portugal foi sempre isso. No final da década de 90, no auge do desenvolvimento económico de Portugal, as estatísticas oficiais indicam que saíam do país 40 a 50 mil pessoas por ano. E a maior parte dos casos não era por necessidade. Portugal é isto mesmo, e é isto que por vezes se esquece. E isso dá a Portugal exactamente a dimensão que tem, a dimensão humana, política e económica do Portugal que hoje temos”

A Academia do Bacalhau de Viseu prestou, com o programa tu-rístico que organizou para os congressistas, um grande serviço à Entidade Regional do Turismo do Centro de Portugal.

  Os visitantes ficaram a conhecer a Quinta da Ínsua, situada a 17 quilómetros da cidade e onde decorreu o primeiro almoço do Con-gresso, que foi classificado, como todas as outras refeições, de “cinco estrelas”.

  Através de uma visita guiada, ficámos a saber que a Casa da Ínsua foi mandada construir na segunda metade do século XVIII por Luís Albuquerque de Mello Pereira e Cáceres, fidalgo da Casa Real e, mais tarde, governador e capitão-general do Estado de Mato Grosso, no Brasil. A casa, de traça nobre com interiores ma-gníficos, é rodeada por esplendorosos jardins e uma quinta com produção vinícola, frutícola e leiteira.

  Depois de um minucioso trabalho de restauro, abriu as portas em julho de 2009. Transformada em hotel de charme, a Casa da Ínsua preserva a grandiosidade e requinte de outros tempos.

  Este avultado investimento foi feito pela Visabeira, empresa à qual a família titular da Quinta concessionou a exploração da propriedade pelo prazo de 25 anos, com opção de compra.

  Na Quinta, os compadres e comadres tiveram a oportunidade de visitar o museu com as referências históricas à família Mello Pe-reira e Cáceres, gravuras e mapas do Mato Grosso, as alfaias agrícolas da velha propriedade e equipamento eléctrico com que a Quinta fornecia energia ao colégio local e às áreas das redon-dezas, a adega, a queijaria e a unidade de fabrico de compotas. O vinho produzido pela Quinta, com o rótulo “Ínsua”, encontra-se apenas à venda nas unidades hoteleiras do Grupo Visabeira em Viseu, Luanda e Maputo.

  No percurso feito pelos autocarros entre os hotéis e a Casa da Ínsua, as jovens guias, alunas finalistas do curso de Turismo do Instituto Politécnico de Viseu, foram descrevendo as referências históricas e turísticas da cidade, transformando a viagem numa bela aula para os visitantes mais atentos às belezas do nosso país.

  O Dão de Honra, também designado por “cocktail” de boas-vindas, permitiu aos congressistas conhecer o actual Solar do Vinho do Dão, no Parque do Fontelo, que se transformou em centro da região berço da casta conhecida como Touriga Nacional.

   Esta é a história do antigo Paço, hospício, quartel e presídio, que nos tempos das descolonização serviu de abrigo a retornados: em 1122, D. Maria Seseriquiz, irmã e filhos, doaram ao prior D. Odório e à Sé de Viseu a herdade do Fontelo. O Paço, começou a ser edificado em 1399, no tempo do Bispo D. João Homem. Desta época ainda se podem ver duas janelas em ogiva reveladas pelo desa-gregar dos rebocos.

  Em 1426, D. Garcia manda construir a primitiva Capela de Santa Marta.

  D. Miguel da Silva, Bispo de Viseu de 1526 a 1547, distinta figura de mecenas e humanista, manda construir os actuais jardins re-nascentistas à italiana.

  Em 1565, D. Gonçalo Pinheiro, fez importantes obras de restauro e conservação e mandou fazer a Capela de São Jerónimo e o Portal da Cruz junto à actual rotunda da Casa do Cruzeiro.

  D. Jorge de Ataíde, entre 1569 e 1578, manda construir no Paço, corredores e celas do dormitório.

  Em 1677, o Paço funcionou como hospício, mas entre 1744 e 1764 foi extinto pelo Bispo D. Júlio Francisco de Oliveira.

  Em Agosto de 1876, a Câmara Municipal de Viseu de acordo com o Bispo D. António Alves Martins, recuou o pórtico de entrada 9,5 metros para alargar a rua que passa em frente.

  Até 1833, o edifício esteve abandonado e foi com D. José Dias Coreia de Carvalho que o mesmo foi reconstruído e os jardins, re-puxos e tanques foram restaurados.

  Em 1911, o estado de conservação do Fontelo era bom, mas as rendas da Mitra eram insuficientes para as obras de manutenção.

  Após a implantação da República, foi retirado em 1912 o poder do Paço e Quinta do Fontelo ao Prelado. O imóvel ficou pertença do Ministério da Guerra para instalação de reservas do Exército. Parte dos terrenos de cultivo ficaram na posse do Ministério da Agricultura.

  A Câmara Municipal de Viseu recebeu os jardins e a mata para passeio público e recreio citadino, pagando uma renda anual de 800$00.

  Em 29 de Março de 1926, a Câmara toma posse definitiva da mata, do jardim do antigo Paço e parte dos terrenos anexos ao Fontelo.

  Hoje, o Fontelo é a área desportiva principal da cidade, bem como o parque de merendas preferido pelos que o visitam.

  Aquando das obras de recuperação, o Antigo Paço Episcopal do Fontelo encontrava-se bastante degradado, após ter sido Casa de reclusão e ocupado posteriormente por algumas famílias de retornados das ex-colónias.

  A recuperação deste edifício foi uma acção conjunta da Câmara Municipal de Viseu e da Comissão Vitivinícola Regional do Dão. Teve como objectivo a instalação da Comissão Vitivinícola Regio-nal do Dão adoptando a designação de Solar do Vinho do Dão.

  Localiza-se na Mata do Fontelo, a nascente da cidade, distando 800 metros do conjunto arquitectónico formado pela Sé de Viseu e Museu Grão Vasco.

  Foi neste local que decorreu a Serenata Beirã do Congresso das Academias do Bacalhau e para onde estava programada uma sessão de fogo de artifício, cartaz turístico da secular indústria portuguesa de fogo preso e da sua arte, que a chuva impediu que se tivesse realizado.

  Muito concorridas estiveram também as “Visitas bem passadas”, proporcionadas pela Academia do Bacalhau de Viseu. Tratou-se de um passeio cultural pela cidade, em combóio turístico, ao longo do qual os passageiros assistiram pontualmente a representações teatrais evocativas de figuras históricas beirãs: D. Afonso Henri-ques, que Viseu reclama como seu natural, S. Teotónio, Grão Vas-co, Augusto Hilário e Aristides de Sousa Mendes.

  O programa turístico do Congresso ficou completo com o passeio panorâmico à Serra da Estrela na manhã de sábado, dedicado às comadres, enquanto os compadres participavam nos trabalhos do plenário na sala de conferências do Hotel Montebelo. A excursão registou 137 participantes, que viajaram em três autocarros, pelas terras da Beira Alta, Cava do Viriato, Montes Hermínios e Folgosinho, aldeia onde foi servido o almoço no restaurante típico Albertino. Um sucesso de convívio, que nem o forte nevoeiro conseguiu impedir.