Arraial Gastronómico na Casa Social da Madeira de Pretória destinado à beneficência

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Poder-se-á considerar em todos os âmbitos muito positivo, de certo modo e com os tempos a tornarem-se cada vez mais difíceis, a abrir caminho para outros do género nos próximos dias, o arraial promovido pela Academia do Bacalhau de Pretória, em colaboração com a Casa Social da Madeira, Os Lusíadas, Liga da Mulher Portuguesa, ACPP e a Casa do Benfica, realizado ao ar livre, no penúltimo sábado, 31 de Outubro, nas instalações da colectividade madeirense, desta mesma cidade.

  Idealizado no anterior mês de Setembro pelo presidente da Academia do Bacalhau de Pretória, Tony Barbosa, a que de imediato se juntou Augusto Baptista Rosa, da CSM, a que se foram associando outros líderes de colectividades e ins-tituições citadinas, acabando como se verificou, por se tornar realidade.

  Diga-se de casa cheia, o evento gastronómico, onde na venda de artigos confeccionados por cada uma delas, não havia em certas ocasiões mãos a medir para atender o aglomerado de pessoas que se dirigiam a esses postos de abastecimento de comida e bebida.

  Com dois palcos improvisados em plataformas de camiões, no principal onde actuaram durante a tarde, os artistas da comunidade, cada qual com meia hora de actuação, Aníbal de Freitas, Ana Abreu, Fernando Martins, Fátima Nery, Gina Martins, Abel Tavares, Damião de Freitas, Jock Carvalho, Hun Ter Leite, Dário Bettencourt e José Martins, com a música para o arraial durante todo o dia, a cargo do “DJ-VIX”.

  Com mesas e cadeiras nos “stands” à volta de todo o recinto, de patrocinadores que colaboraram com a organização na oferta de donativos, entre os quais a Electrahertz, CMC-Elevator Maintenance Company, Karcher, Ford, Imsure, Caerling Cars, GW Goldwagen e a Monitor Net, toda a comida e bebida era adquirida através de senhas vendidas no áctrio de entrada para o salão da Casa Social da Madeira.

  O abastecimento em galinha à cafreal e dobrada com arroz e salada era no pavilhão da ACPP, espetada e bolo do caco na Casa do Benfica/Casa Social da Madeira, todo o tipo de doçaria, rissóis, croquetes, farturas, pastéis de nata e café na Liga da Mulher Portuguesa, assim como pregos, bifanas, caldo verde e fígados de galinha na dos Lusíadas.

  Bernardino Vieira em sardinha assada, e noutras boas especialidades, a principal da Academia do Bacalhau em conjunto com a Bazaruto Groenkloof, em bifanas, chouriço e a famosa “paella” preparada pelo compadre e bom colaborador da Academia, Xando Ferreira,  para na aquisição  de bebidas, incluindo alcoólicas, o Liquor City e o Tony’s Liquor.

  Com vários tipos de divertimento para crianças, e pelo que ali soubemos, só nos “stands” patentes em propaganda de companhias privadas, a organização do festival contar à partida com cerca de cento e cinquenta mil randes, que a juntar ao que de comes e bebes ali foi vendido nesse dia, terá deixado certamente receita satisfatória.

  Isto depois de liquidadas certas despesas, e o valor da rifa oferecida de cinco mil randes, reverter a favor do “cancro da mama”, com todo o resto destinado à caridade, o que olhando aos difíceis tempos que atravessamos, é de elogiar quem os idealizou e programou.

  Assim como quem colaborou com a organização, casos dos artistas da comunidade que ali actuaram gratuitamente, com a maior parte em presenças de sul-africanos e outras nacionalidades, que não deixaram no decorrer de toda a tarde de disputarem algumas das suas tradicionais competições.

  Digno de registo a presença no festival do nosso embaixador Manuel de Carvalho, que se fazia acompanhar do seu novo adjunto, Manuel Grainha do Val, recém-chegado da Guiné Equotorial, assim como do novo conselheiro comercial, Guilherme Lopes, vindo de Portugal, e da chanceler da embaixada, Carlota Amorim.

  No respeitante a competições ali realizadas naquele preciso dia, de assinalar  a disputa do “rally” automóvel, em terrenos contíguos  ao edifício-sede da Casa Social da Madeira, oposto ao arraial, nele participando boas máquinas manobradas por bons pilotos, do qual pelo que nos foi referido no seu final, dele saiu vencedor José Ferreira, do Italian Panelbeaters, para seu filho, Marco Ferreira, considerado pela sua idade, o melhor piloto português do ano, se classificar na terceira posição.

  No respeitante à Casa Social da Madeira, onde se realizou este certame, passou pelo que ali soubemos, esta colectividade madeirense, inactiva desde o começo do coronavírus em Março último, a ser agora regida pelo comité directivo

constituído por Augusto Gil Baptista Rosa, Aníbal de Freitas, Fernando Ferreira, Tony Barreiro,  e Fernando Santos