António Ricoca Freire é o novo embaixador de Portugal na África do Sul

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António Ricoca Freire é o novo embaixador de Portugal na África do Sul

O Ministério dos Negócios Estrangeiros vai proceder à “mais ampla renovação” de embaixadores dos últimos anos e já foi aprovada pelo Presidente da República, disse fonte do Governo.

 A lista do movimento de embaixadores indica que Domingos Fezas Vital, que ocupava o cargo de assessor diplomático junto do Presidente da República, passa a embaixador da Representação Permanente da União Europeia cargo que era ocupado por Manuel Lobo Antunes nomeado agora embaixador de Portugal em Itália.

 João da Câmara, que ocupava o cargo de embaixador em Harare, no Zimbabwé, foi indicado para embaixador de Portugal em Luanda e para a representação portuguesa na capital brasileira foi destacado Francisco Ribeiro Telles, até agora embaixador em Luanda, Angola.
 Manuel de Jesus, vice-presidente do IPAD, é o novo embaixador em Bissau e Paula Cepeda, secretária-geral adjunta do MNE, é a nova embaixadora em São Tomé e Príncipe. Maria Clara Borja de Freitas passa a ocupar o cargo de embaixadora junto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP).

 Francisco Seixas da Costa passa a acumular os cargos de embaixador de Lisboa em Paris e representante de Portugal junto da UNESCO, lugar que era ocupado por Luís Filipe Castro Mendes, agora novo embaixador de Portugal no Conselho da Europa.
 A embaixada de Portugal na Alemanha vai ser representada por Luís Almeida Sampaio, até agora embaixador de Lisboa em Belgrado. Atenas vai ter como embaixador Joaquim Ferreira Marques que se encontrava até ao momento na embaixada de Portugal em Buenos Aires (Argentina), e para a capital da Irlanda foi indicado como embaixador Bernardo Futscher Pereira.
 O movimento de embaixadores indica ainda que João Ramos Pinto que se encontrava em Pretória (África do Sul) é o novo embaixador em Berna (Suíça), e José Bouza Serrano, chefe de Protocolo, é o novo embaixador em Haia (Holanda). Rita Ferro, até agora embaixadora na Tunísia, vai ocupar o cargo de embaixadora de Portugal no Luxemburgo.

 Marcelo Curto passa de embaixador em Viena (Áustria) para a embaixada em Estocolmo (Suécia) e o cargo de embaixadora na Áustria passa a ser ocupado por Ana Martinho que acumula também o cargo junto da missão da Organização para a Segurança e Cooperação na Europa (OSCE). Fátima Perestrello, embaixadora em Tallin, Estónia, é a nova representante de Portugal em Helsínquia (Finlândia) e Jorge Cabral, anteriormente em Teerão, é o novo embaixador em Ancara, Turquia.

 Maria do Carmo Allegro, até esta data em Liubliana (Eslovénia), foi indicada como embaixadora de Portugal em Bel-grado.
 O posto de Teerão é ocupado agora por Mário Damas Nunes que era embaixador em Andorra e a embaixada no Cairo passa a ser representada por António Tânger.
 Luís Faro Ramos, director geral de Política de Defesa Nacional, passa a embaixador em Tunes, Tunísia.
 Francisco Xavier Esteves, director geral dos Assuntos Técnicos e Económicos (DGATE), foi indicado como embaixador em Marrocos e Miguel Almeida e Sousa, também da DGATE, foi apontado para o cargo de embaixador em Telavive, Israel.

 António Ricoca Freire, até ao momento na embaixada em Bissau, é o novo embaixador em Pretória, África do Sul.
 Para embaixador de Lisboa em Buenos Aires foi indicado Henrique Silveira Borges, embaixador em Seul (Coreia do Sul), e Luís Lorvão, embaixador em Montevideu (Uruguai) passa para Santiago do Chile.

 António Quinteiro Nobre, do Departamento Geral de Administração, é o embaixador em Seul e, finalmente, o Consulado Geral de Paris passa a estar a cargo de Pedro Lourtie. O novo cônsul no Rio de Janeiro é Nuno Bello, até agora na embaixada de Roma, e Paulo Lourenço, que estava na embaixada de Portugal de Luanda, foi indicado para o consulado geral em São Paulo, Brasil.
 O movimento de embaixadores proposto pelo ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, foi aprovado pelo Presidente da República e estão a ser já enviados para os postos diplomáticos os pedidos de “agrément” para os governos dos respectivos países com a informação sobre a mudança de embaixadores e cônsules.

 De acordo com a mesma fonte governamental, “pretendeu-se dar espaço a uma nova geração de diplomatas já que a média de idade baixa dos 62 para os 52 anos e duplica o número de mulheres à frente das missões diplomáticas”, passando de cinco para dez.