Alberto João Jardim lidera lista do PSD às eleições de Outubro na Madeira

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Alberto João Jardim lidera lista do PSD às eleições de Outubro na Madeira

Alberto João Jardim lidera lista do PSD às eleições de Outubro na MadeiraO presidente do PSD-Madeira, Alberto João Jardim é, novamente, o cabeça de lista do PSD às eleições legislativas regionais, anunciou na terça-feira à noite o próprio, que se declarou mais preocupado com a abstenção do que com a oposição.

 “Para mim, a abstenção é mais preocupante do que os partidos da oposição e as instruções que eu dei ao partido foi para se dedicar mais a captar os abstencionistas do que, propriamente, a perder tempo com os partidos da oposição”, afirmou Alberto João Jardim, no final da reunião da comissão política regional, que decorreu no Funchal.

O líder do PSD-M acrescentou que “a situação política está bipolarizada” na Madeira: “O povo vai ter que escolher entre mim e as famílias que dominaram a Madeira velha, mais a burguesia rica mascarada de esquerda e os partidos políticos que são as suas marionetas”.
Alberto João Jardim repetiu o que disse no domingo, na festa do Chão da Lagoa: “Se não tiver maioria que possa formar governo, ‘bye bye’, que eu tenho outras coisas para fazer enquanto Deus me der vida”.

 Questionado se esta decisão resulta de alguma preocupação com o desfecho das eleições, o dirigente respondeu: “Resulta da forma como eu vejo certos sectores da comunicação social se prepararem para não serem imparciais nas próximas eleições”.
O presidente do PSD-Madeira disse ainda que o objetivo dos restantes partidos para 9 de Outubro é um ‘case study’.

 “Aqui só há um partido que vem para ganhar, é o PSD, os outros todos dizem que não vêm para ganhar, mas para tirar a maioria absoluta ao PSD”, declarou Alberto João Jardim, garantindo que os sociais-democratas são a “alternativa”.
 Segundo o responsável, que é presidente do governo regional da Madeira, o PSD-M deu “prova de competência” na revolução que efectuou no arquipélago, e tem “visão política”, ao “fazer as coisas a tempo, que hoje já não podiam ser feitas” devido à crise.

“Não me viram perder a capacidade de liderança”, assinalou, apontando a reação imediata “com as medidas que tinham que ser tomadas, mesmo nos momentos mais difíceis”, sublinhou.