ACP de Pretória procura sobreviver aos efeitos negativos provocados pelo “coronavírus”

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Depois de no passado dia 29 de Agosto ter inaugurado a extensão da sua lapa, de maneira a torna-la mais moderna e funcional, e assim poder vir a ser alugada para a realização de futuros convívios, da nossa e outras comunidades, o seu presidente Tony Oliveira, apoiado pelos directores que o acompanham neste seu mandato, procura por todos os meios e ao seu alcance, conseguir receitas que lhe permitam superar as despesas, daí e com esse objectivo, sempre a pensar no melhor para a colectividade em rentabilidade, implementar outras medidas como as que passamos a descrever.

  Cedência no aluguer por considerado período à “TAKEALOT” Shop Online, firma especializada como em termos de publicidade ali está assinalado, em “free delivery to your door”, das instalações onde até há pouco funcionou a sede do Sporting Clube de Pretória, que infelizmente parece ter ficado pelo caminho, bem como e dada a dimensão do seu negócio, necessitar também da sala contígua a essa representação leonina.

  Precisamente aquela que no passado serviu de escola para aprendizagem do Português, tudo isto para um período de cinco anos renováveis, assim como com esse mesmo objectivo estar a proceder à renovação do seu pavilhão de desportos, de maneira a poder vir a funcionar como “Multiusos” para a realização dos mais variados eventos.

  Recorda-se que este pavilhão, a quem foi dado o nome de comendador António Braz, com a primeira fase inaugurada a 10 de Junho de 1998 pelo então secretário de Estado de Desportos, Miranda Calha, e a segunda e última a 10 de Junho de 2001, pelo secretário de Estado da Presidência do Conselho de Ministros, Vitalino Canas e pelo embaixador de Portugal na África do Sul, Manuel Fernandes Pereira, conheceu ao longo de todos estes anos, tardes e noites, para além de emotivas disputas de torneios de futebol de salão, combates de pugilismo e de outros grandes eventos.

  Foi no hóquei em patins que conheceu tardes e noites de glória, especialmente pelas equipas seniores na conquista de títulos em série, chegando a própria selecção sul-africana da modalidade a ser formada à base dos hoquistas desta ACPP, em competições disputadas na África do Sul e no estrangeiro.

  Hoje, com a chegada do “coronavírus”, o pavilhão, tal como outros existentes em clubes da nossa comunidade, passaram receosos com os efeitos dessa pandemia a estar inactivos por completo, só que em Pretória, depois de ponderado poder vir a ser alugado para outros eventos, está com essa finalidade a proceder a algumas alterações, como a retirada de tabelas laterais e as altas redes atrás das balizas para protecção da assistência aos jogos de hóquei em patins, ficando com isso mais amplo e airoso para festivais ou outras diferentes funções que ali venham a ser realizadas, já que as bancadas laterais com assentos individuais ficam intactas para acomodação do público.

  Se antes já vinha em certas alturas a ser alugado para diferentes eventos sul-africanos, espera-se que depois das transformações em curso, venha a ser mais pretendido para a realização de convívios e festas sociais da mais variada ordem, e até de importantes festivais, já que dispõe para isso de todas as comodidades inerentes, para além das descritas, de sanitários para masculinos e femininos, com balneários em ambos os lados e adequadas pendências para mudar de roupa, isto para além de adequadas dependências preparadas para poderem funcionar de bar e cozinha.

  Nota-se no presidente e directores que o acompanham neste mandato, uma vontade férrea em ultrapassar estes tempos difíceis impostos pela pandemia que desde Março último se instalou por todo o mundo, forçando com isso encerramento de diferentes estabelecimentos e até de variadas empresas.

  Algumas delas que provavelmente irão ficar pelo caminho, e com isso atirar para o desemprego muitos dos empregados envolvidos nesses ramos de actividade, com isso se ressentindo o meio associativo, a conhecer contrariedades nunca pensadas, daí algumas das nossas colectividades e instituições, continuarem de portas fechadas e num beco sem saída se se recear o pior. 

  Outra das dependências que continua em funcionamento na ACP de Pretória é o seu restaurante, aberto diariamente para almoços, de segunda-feira a sábado, com  dois pratos à escolha, um de peixe e outro de carne, e aos domingos com “buffet” de variada selecção da nossa boa comida, incluindo sobremesa, a par do seu bar privativo.

  Com pessoal competente para o poder servir em possíveis festas de aniversários e outros variados eventos, por aqui se vendo o empenho de quem dirige a colectividade, de por todos os meios procurar sobreviver aos tempos gravíssimos causados pela pandemia, não se sabendo por quanto tempo e os efeitos devastadores que poderão ser causados por esse gravíssimo vírus  que assola todo o mundo, não se vislumbrando melhorias em abrandamento de intensidade, daí se tornar preocupante enquanto não for descoberta uma vacina ou outro medicamento eficaz para o poder combater.

  O lema que por enquanto prevalece nos directores da ACPP, é não baixar os braços, muito menos perder a esperança, convictos que a seu tempo melhores dias virão e tudo voltará à normalidade que se deseja, moral que lhes dá âni-mo e com esse espírito força para continuar a lutar.