Academia do Bacalhau de Pretória oferece 50.000 randes ao grupo de bem-fazer “Os Lusiadas”

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Comunidades

Paula de Castro, presidente do grupo de bem-fazer “Os Lusiadas”, recebeu das mãos do presidente da Academia do Bacalhau de Pretória, Tony de Oliveira, um cheque no valor de 50.000 randes durante o primeiro almoço deste ano, que se realizou na passada quinta-feira dia 28 de Janeiro, no restaurante da Associação da Comunidade Portuguesa de Pretória, e no qual participaram cerca de 40 compadres e convidados.

 De salientar as presenças do compadre embaixador António Ricoca Freire, a comadre conselheira da Embaixada Ana e Brito Maneira e o compadre comendador Mário Ferreira.

 O convívio foi aberto com a entoação do habitual Gavião de Penacho, tendo em seguida o presidente da tertúlia, Tony Oliveira, dirigido algumas palavras de agradecimento a todos ali presentes nessa tarde, dizendo que era um sinal evidente de que a comunidade estava a reconhecer, cada vez mais, a existência de pessoas entre a nossa comunidade em dificuldades e que necessitam de apoio.

 Tony Oliveira nomeou em seguida o compadre Mário Ferreira para ser o carrasco da tarde.

 Foi servido o almoço com bacalhau à escolha, cozido ou assado, num buffet em que todos podiam repetir a dose à sua vontade.

 O Compadre Ricoca Freire, durante a sua intervenção, destacou o bom trabalho que a Direcção da Academia do Bacalhau tem vindo a desenvolver em prol da comunidade de Pretória.

 Por outro lado, o diplomata  confessou-se decepcionado com a fraca participação de eleitores nas recentes eleições presidenciais portruguesas, lembrando a todos que ir votar é um dever cívico de cada cidadão que se orgulha em ser português.

 Foram entregues nessa tarde cinco certificados aos novos compadres da Academia do Bacalhau de Pretória – João Gregório Martins, Pedro Luis Marques, José Carlos Calado, Mário Carlos Fernando Jorge, Elídio Pedro Cardoso, e um certificado de Compadre Ho-norário a António Manuel Ricoca Freire, que este ano deve cessar as suas funções de embaixador na África do Sul.

 O carrasco do almoço, Mário Ferreira, que não perdoou nem comadres nem compa-dres, começou logo por multar o presidente Tony de Oliveira por chamar o carrasco “Óh Mário” em vez de “Compadre Mário”. Seguiu-se uma grande lista de nomes de pessoas que foram multadas, entre elas o compadre Ricoca Freire, as comadres Ana e Brito Maneira e Paula de Castro, que tinham infringido as leis daquela tertúlia, tendo no final, a receita das multas bem como do leilão de várias garrafas oferecidas por compadres beneméritos, atingido milhares de randes que certamente irão ajudar muitas pessoas necessitadas.

 Tony de Oliveira terminou em seguida o almoço com o habitual Gavião de Penacho.