Academia do Bacalhau de Pretória festejou com sucesso Aniversário da sua fundação

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Academia Bacalhau

Com um concorrido almoço tipo “self-service”, contando-se entre as cerca de duzentas e trinta pessoas, os comendadores Estêvão e Manuela Rosa, Joe Quintal, Frei Gilberto Teixeira, Mário Ferreira e Silvério Silva, e os presidentes de colectividades lusas desta cidade, Américo Pimentel, pela ACPP; Miguel Carreira, pela Casa Social da Madeira; Lino Faria, Casa do Benfica local; Ana Maria Furriel, pelo Marítimo; e Paula de Castro, Lusíadas, a Academia do Ba-calhau de Pretória comemorou com assinalado brilho, na tarde do penúltimo domingo, 19 de Outubro, o vigésimo sé-timo aniversário da sua funda-ção na capital sul-africana.

 Na confraternização, com música do conjunto Joviais, e onde actuou em variedades a cançonetista Gina Martins, usou em momento oportuno da palavra o presidente da tertúlia, João Serradinho, para dar as boas-vindas aos que nessa tarde ali marcavam presença, de modo especial em agradecimentos aos patrocinadores que ofereceram as carnes e o bacalhau para a confecção do almoço, e as bebidas ali servidas nesse aniversário, não esquecendo em reconhecimento as pessoas que prepararam, o salão, trabalharam na cozinha, no bar, e serviram às mesas, tudo nessa tarde ali correndo como desejado, da melhor maneira, e onde a alegria era visível em todos quantos ali conviviam.

 Explicando para quem porventura desconhece a verdadeira missão das Academias, os donativos que a de Pretória, a que preside, tem distribuído no fim de cada ano pelas instituições citadinas de caridade e beneficência, de reconhecida necessidade, João Serradinho e o seu “comité”, resolveram a propósito, em atitude digna dos maiores elogios, reverterem os lucros a angariar nesta festa, a favor do projecto de ampliação que se pretende no Centro-Dia S. Francisco de Assis, da paró-quia de Santa Maria, para no futuro poder albergar maior número de idosos da comuni-dade.

 Até no leilão feito com essa finalidade por João Serradinho, de alguns artigos oferecidos, o resultado foi de grande sucesso, bastando para o definir, ter uma garrafa de vinho de doze litros e meio, sido adquirida por vinte mil randes, por determinado amigo de Joanesburgo, tudo ali terminando em beleza, e até ultrapassando em determinados aspectos, as previsões mais optimistas.