Academia do Bacalhau de Maputo retomou actividades

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Iniciando com observação de um minuto de silêncio em memória dos compadres que perderam a vida devido à covid-19, caso dos benfeitores Domingos Manuel de Jesus Paulino, fundador, e Manuel José, a Academia do Bacalhau de Maputo levou a efeito o seu primeiro jantar, após meio ano sem actividades. Foi ainda lembrado o aniversário do falecido compadre Pe. Zé Maria

  O convívio dos compadres e comadres de Maputo, que obedeceu às regras de restrições, como registo dos participantes, constou de um vasto programa, tendo sido feita uma restrospectiva do trabalho desenvolvido antes da pandemia.

  No seu discurso, o presidente da Academia do Bacalhau de Maputo, Sérgio Rebelo de Oliveira, agredeceu o apoio  de todos os compadres e comadres à Casa do Gaiato, em vários produtos, como 2 mil pintos e respectivas rações.

  Também no Dia da Criança a Academia conseguiu angariar 125 quilos de arroz, 20 quilos de Açúcar, 15 quilos de farinha, 15 litros de óleo alimentar e 150 pacotes de bolachas.

  Em conjunto com a Associação Portuguesa, a Academia do Bacalhau de Maputo ajudou três irmãos menores que foram abandonados pelos familiares, um deles paralítico, com a construção de uma casa de banho, uma mesa, seis cadeiras, cobertores e muletas para o menor deficiente.

  No decurso do jantar foram discutidos temas como pagamento de quotas, apresentação de convidados e candidaturas à presidência da Academia, já que Outubro é de apresentação de concorrentes.

  Foi leiloada uma garrafa especial, oferecida pelo Miradouro Bottle Store, que foi comprada pelo compadre Davide por Mt 15.000,00, quantia que entrou nas contas de apoio aos carenciados.

  O jantar encerrou com o habitual gavião de penacho e estiveram presentes 37 dos 40 inscritos.