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Criada Associação para apoiar luso-descendentes que voltam ou querem vínculo a Portugal
14-Jun-2010

AssociaçãoAlguns luso-descendentes que escolheram Portugal para viver fizeram nascer, a 10 de Junho, uma associação destinada a identificar, apoiar e representar os seus pares, so-bretudo os que pensam também em ir para o país.






 “Existe um movimento crescente de descendentes de Portugueses que regressam ou mostram vontade de regressar a Portugal e ninguém melhor do que nós, que já o fizemos, sabe o que essas pessoas precisam”, disse Emmanuelle Afonso, uma das 12 pessoas que estiveram na génese da Associação dos Jovens Luso-Descendentes em Portugal.

 Mas a associação vai apoiar e representar também os que continuando a viver no país onde nasceram querem ter vínculos com Portugal, estabelecendo uma relação com essas comunidades no estrangeiro, adiantou.
 A Associação nasceu, simbolicamente a 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades, depois do registo formal, e uma das primeiras tarefas será “referenciar, ter um quadro estatístico de quantos são os luso-descendentes, quantos voltam, porque neste momento esses dados não existem”, referiu Emmanuelle Afonso.

 A associação “vai trazer muito de positivo ao país, criando uma rede de pessoas que conhecem bem diferentes realidades”, sustentou esta fundadora, que foi para Portugal para ficar seis meses, num intercâmbio do programa Erasmus, e ficou, tendo optado por uma carreira profissional que já conta 18 anos no país onde nasceram os seus pais.

 Os 12 fundadores da associação têm perfis muito diferentes e contam desde um director de hotel até um sacerdote, e foi por opção que a maioria, depois de acabar estudos superiores, escolheu Portugal para viver “pelo gosto pelo país”, afirmou.

 “Para Portugal é uma mais valia porque as pessoas que regressam são pessoas com duas culturas, muitas com cursos superiores, que não custaram nada ao Estado português, mas que têm dificuldades em ser devidamente aproveitadas quando regressam”, explicou a mesma fonte.
 Por outro lado, a associação terá um papel activo a identificar os problemas dos que re-gressam, como a língua que, disse Emmanuelle Afonso, muitas não dominam correctamente e “acaba ironicamente por ser um factor discrimina-tório, um problema que a associação quer ajudar a ultrapassar”.

 

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