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Joanesburgo e Maputo vão ter nova ligação aérea “low-cost”
09-Out-2017
economico

A companhia aérea britânica Fastjet anunciou que vai iniciar ainda este ano um serviço de ligação entre Joanesburgo e a capital moçambicana, Maputo, estando ainda planeado o começo de voos internos na África do Sul, em 2018.

 “Os motores já começam a funcionar com mais cilindros”, disse o CEO Nico Bezuidenhout à agência Bloomberg, pelo telefone, a partir de Joanesburgo, para onde a empresa transferiu este ano a sua sede do Reino Unido por forma a reduzir custos operacionais e estar “mais perto do Mercado”.

 O gestor referia-se à redução do caderno de encargos, que foi na ordem dos 57% no primeiro semestre e de uma estimativa de lucro no quarto trimestre, adiantando que a empresa “está apta a reactivar as suas ambições pan-africanas com uma injecção financeira de 44 milhões de dólares americanos, sendo que um terço desse montante será providenciado pelo sócio Solenta Aviation Holdings.

 Adiantou que as operações em Moçambique devem arrancar nos próximos meses com uma aeronave Embraer SA ERJ145 que a empresa alugou em regime de leasing.

 Na África do Sul, a Fastjet diz ter assinado um acordo de imagem com a sul-africana, Fedair, da propriedade da Solenta, por forma a poder expandir a sua presença a nível nacional e a iniciar os seus próprios voos em 2018, explicou Bezuidenhout.

 Sob a gestão do novo CEO, que foi contratado no ano passado à companhia aérea “low-cost” sul-africana, Mango, de propriedade da estatal South African Airways, a Fastjet vendeu seis Airbus SE A319, com capacidade para 145 a 156 pessoas, para “comprar aeronavaes mais pequenas e melhor dimensionadas à exigência do Mercado”, escreve a Bloomberg.

 O último A319, baseado na Tanzânia, irá partir em Dezembro para ser substituído por dois Embraer E190s, de 108 lugares, juntamente com mais dois ERJ145s, baseados no Zimbabwé. A nova frota inclui ainda três Avions de Transport Regional ATR 72 turboprops, um dos quais deverá ser utilizado para iniciar as operações da empresa na África do Sul.

 Esta aeronave de 70 lugares está capacitada para servir o Mercado moçambicano e garantir voos de ligação entre as cidades secundárias na Tanzânia, disse Bezuidenhout.

 A Fastjet efectua actualmente quatro voos por dia, entre Joanesburgo e a capital do Zimbabwé, Harare, o que segundo a empresa, contribuiu para aumentar as receitas comerciais do grupo em 33% no primeiro semestre do ano financeiro corrente.

 

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