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Presidente francês espera convencer Trump a mudar de opinião sobre o problema da defesa do clima
10-Jul-2017
Presidente francês espera convencer Trump a mudar de opinião sobre o problema da defesa do clima

O Presidente francês, Emmanuel Macron, anunciou a realização a 12 de Dezembro de uma cimeira sobre o clima e espera “convencer” o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, a mudar de opinião.

 O Chefe de Estado francês fez estas declarações sábado em Hamburgo, no norte da Alemanha, onde decorreu a Cimeira das 20 maiores economias mundiais (G20), afirmando que a 12 de Dezembro realiza-se uma nova cimeira sobre a luta contra o aquecimento global, dois anos após o Acordo de Paris sobre a matéria, alcançado no âmbito da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas de 2015, realizada na capital gaulesa.

 “A 12 de Dezembro próximo, dois anos após a entrada em vigor do acordo de Paris, reunirei uma nova cimeira para encetar novas acções pelo clima, nomeadamente sobre o plano financeiro”, disse Emmanuel Macron na conferência de imprensa após o encerramento da Cimeira do G20.

 O Presidente de França sublinhou que “espera” poder ainda “convencer” o seu homólogo norte-americano, Donald Trump, de voltar a atrás na sua decisão de abandonar o Acordo de Paris sobre a luta contra o aquecimento global.

 Assegurando que não “desesperará jamais de convencer” Donald Trump, o Presidente francês encerrou a conferência afirmando: “Confirmo-vos, pois, que espero convencê-lo”.

 

* G20 chega a acordo para uma declaração comum sobre o clima

 

 Os países do G20 chegaram sábado a um compromisso sobre o clima para evitar uma ruptura definitiva com os Estados Unidos após o anúncio da sua saída dos acordos de Paris, segundo o comunicado final.

 O comunicado final foca-se, em parte, na desvinculação dos EUA destes acordos visando a luta contra as alterações climáticas, que são qualificadas como “irreversíveis”.

 Segundo noticia a AFP, foi uma forma de isolar os EUA neste assunto: “Regozijo-me muito que todos os outros chefes de Estado e governo” mantenham os acordos de Paris, declarou à imprensa a chanceler alemã Angela Merkel, anfitriã da cimeira.

 Ao mesmo tempo, os Estados Unidos, liderados por Donald Trump, fizeram uma concessão.

 A declaração final diz que os Estados Unidos vão “esforçar-se para trabalhar estreitamente com outros parceiros para facilitar o seu acesso e a utilização mais apropriada e eficaz das energias fósseis e os ajudar a desenvolver energias renováveis e outras fontes de energia limpa”.

 Esta passagem cria uma situação inédita no G20, que valida assim o facto de um dos seus membros poder desenvolver uma política individual, contra a corrente dos outros membros.

 

* Trump classifica encontro com Vladimir Putin de "formidável"

 

 O presidente norte-americano, Donald Trump, qualificou no sábado de “formidável” o primeiro encontro com o seu homólogo russo, Vladimir Putin, que decorreu na sexta-feira à margem da reunião do G20, na cidade alemã de Hamburgo.

 “O encontro [com Putin] foi formidável”, declarou Trump, no início de uma reunião com a primeira-ministra britânica Theresa May, com quem os Estados Unidos querem um acordo comercial forte “muito rapidamente”.

 Washington e Moscovo divulgaram versões contraditórias sobre a reunião dos dois líde-res, com os norte-americanos a afiançarem que Trump afrontou a questão sensível da alegada interferência russa nas eleições para a Casa Branca.

 Os russos garantiram que o presidente norte-americano “aceitou” as declarações de Putin, que negou quaisquer intromissões.

 Consensual entre as duas partes foi o acordo para um cessar-fogo, a partir de domingo, no sudoeste da Síria.

 Quanto ao encontro entre Trump e May, o presidente norte-americano assegurou que entre os dois países haverá “muito, muito rapidamente” um acordo “muito forte”, a nível comercial.

 Aos jornalistas, o líder norte-americano notou “não haver outros países que possam estar tão próximos” como os EUA e o Reino Unido.

 Questionado sobre uma deslocação a Londres, Trump respondeu afirmativamente, mas sem avançar datas para uma viagem, que já levantou polémica entre alguns sectores sociais britânicos.

 Na agenda de May para este encontro estavam previstos os temas das alterações climáticas e o abandono dos EUA do acordo de Paris sobre esse tema.

Este segundo encontro bilateral ocorre depois do Reino Unido ter começado formalmente as negociações para a saída da União Europeia, na sequência de um referendo.

 Para sábado Trump tinha ainda previstos encontro bilaterais com o presidente chinês, Xi Jinping, o presidente indonésio, Joko Widodo, o primeiro-ministro de Singapura, Lee Hsien Loong, e com o primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe.

 

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